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P E R 1 O D 1 e O O F 1 e 1 AL D E LA D 1 OC E S 1 S
AGENTE GENERA L , PRESBITERO SILVESTRE BALLESTER O S
SERIE II. An.ti oquia, 15 ele F e bre ro d o 1 88 G . NU M 15 .
OFI C I A 'L
CIR UL H .
Di óces is d e Antioquia P r es iden cia del Ca nse -
J. o di oces cmo de lrt Obra Pi a el e la Propaga ción de
l a F e Antioqzúa , 5 el e F ebrero el e 1 88 6 .
Seií.o~ · es Vi ca J•ios fo1 ·áueo s t le l€t Diocesis .
D es le e l día 20 ü e J uli. o del año el e 1 88 3 que dó
erij i. da en es ta Diócesi l a. santa obr a d e la
Propa gación d e la F e n favor d e l as Mis i o n es
para los s alvaj es é i nfiel e s d el territorio Colom biano
, y pos t e riormente se dieron l as ins tru c cio ne
n ece sarias para la o rganización el ~ lo s Cons
e jos par roquial e y e s tD bleci m i ento ele las D ec u rias
y Centuüas d e cada una el e l a s r e p e c t ivas
parroqui as. P e ro como has ta hoy no se ha d a d o
r azón á este Consejo dioces ano d e haber se lle vado
á efecto l a r ef erida i n s tal ación y el es tado en
q u e h oy s e halla, con e x cep ci ón d e do s parro quias,
n l as cual es han cumpl ido fi elme n te su s
r e spec t i vos párro c os, se hace pre ci s o exho r tar á
U . U . par a que á l a mayor bre v e dad se dig n en
p e d ir i nformes á l os señore s curas d e cada una
d e las parr oquias d e su respectiva v i caría sobre
e l cumplimie nto d e las órde n es dadas y d e hab
er e pues to en práctic a un n e gocio d e tanta importanci
a y tras c e nde n cia.
Tan p r o n to como U . U . hayan r e cibido los
i nfor mes a lud i dos, s e d i gnarán enviarlos á est e
Consej o d i ocesano par a que en vis ta ellos puedan
d i ctar se l as medi das co n veni ente s .
D e U . U. ate nto y seguro s e r v i dor,
M ANU EL A. L óPEZ DE ~1 ESA .
NO O F I C I A L
La encíc lic a lnmortale Dei.
I mno rtale D ei mise r ent is opus . Se podría q uiz
ás, e n ci erto mo d o , a plicar á l a encíclica D e Ci vi
t a tw n Cons titutione chr ·istiana estas dos pal a bras
tan a propia d as, q u e f orma n como l a e n trad a
m a j estuo s a y r es ume n, en una fó r m ula b reve p e r
o lle n a el e armo nía, el espírit u y l as enseñ a nzas
I mnor t ale D ei mise ren ti s op us , quocl es t E cc les 'ia .
L a Encí clic a D e Ciui tatum, Co ns t i t~~ t i o ne clwis tian
a señala, en el ord e n de las ide a s , el apogeo
d el Pont ificado d e L e ón XIII. Ella t e rmina y co rona
est e e dificio grandioso, d e l c u a l c ada piech a ,
pulim entada con es m ero d e artista, r efi e r e una
g loria, ó e xpone una doctrina d e la Iglesi a y d el
Papado.
L e ón XIII, e n ef e cto, había trata do hasta
aquí todas las grandes e~ e stion e s. Filósofo_ y t ': ól
ogo, ha trazado la¡S .. r e la21on es entre las C1 ene1as ,,
~
y l a f e , r enovad o l a. f u e r te y g l ori os a t r a di ci ó n
i n t el ectu a l del catoli ci smo . Hombr e d e E stado y
d oct o r, h a scru tado l os más terrib l es probl emas
d e nuestr os d ías, co m o el natur alismo , el soci a lis m
o , l a armonía p r ovidenci a l de l as dos potestad es
q u Dios h a establ eci do p a r a el gobierno d e l as ·
cosas humanas . Literato y escl'itor de r aza, ha
v u elto á col ocar l as L etr as y l a Historia en el
puesto que h a n ocu pad o en l os .f nal es d e l a I g l e s
i a , r el atand o l as mar avillas d e l a fe y co n tand o·
s u s inmor tal es g r an d e z as . P asto r y S acerdote supre
m o , l a cari dad cri stiana, l as g l o rias d e l os·
Santos, l a Oraci ón hum ilde y f ecu n d a , estas h erm
osas y graci osas p rácticas de l a p i edad t r a di ·i o n
a l d e nuestr os antepasados , toda esta '!ida í n tim
a , san ta y divina h a encontrado en El s u f rv
i e n te apol ogi sta y su promoved or in olvidabl e .
Son t o d os estos documentos l os que serí a
p r eci so r e unir e n u na síntesi s s u perior. L a Cons titución
cr istiana ele los Estados l e la este o rden
y este enl ace. Carta de a lia n za de l as g r a nd es c o -
as divinas y humanas, ab raza la j e rarq uía g radual,
el orden providencial el e l os D er ec h os y d e
lo s D eber es el e t o d os , I g l e i a y Gobi e rno , S oci e d
a d es é I n divid u os, F a mib a y Estad o . E s el có dig
o ideal de l a Repúblic a cr isti ana, en el cu a l se
v e rifica la unió n de lo d ivino y d e l o human o , d e
l o a b soluto y d e l o r el ativo , el e l a v erd a d inm utable
y d e l o co n t ingen te ; d onde r esplandece la
armonía y el equilibrio d e l as ob r as que el h o m bre
y l a his toria han quebranta do; d onde , e n fin,
el senti do d elica d o , el tac to cons umado d el h ombre
d e gobierno s e unen á las miras d el doctor y
d el l egisl ador.
T a l es á grande s ras gos e s te monumento d e
doctrina. Promulg ando el Cr edo inalte rable y
eterno , L e ón XIII ha comprendido que hablaba á
una g e n eración inquieta y lle na d e contradicci ones
y contrast e s, y que d ebía conducirl a á l_a l~z
y á l a caridad con el amor d e un Padre m l sencordioso.
En una serie de a r tículos ensayaremos analizar
l os p u ntos pri ncipal es d e esta Encíclica.
D esde hoy, co n el encanto ele l a primera i m presi
ón, p enetr ados d e esa armonía de e s tilo que r e cuerda
l a música g r ave del can to llano católico,
u nida á la m el odía de l os a ntig u os, podemo s añad
i r q u e L eó n X III h a t r atado con una inteligenci
a s up erior todos estos difícil e s problema q u e
se h a n presen tad o d es d e el ' origen d el cristianism
o . Cu a n d o él expone la n atu ral e z a , l a divi n a
di$p osi ción, el orde n prov ide n ci a l el e l a Sociedad,
la armonía y l a mis i ó n d e l as d os pot e st~ d
es, se ve ahí la preci s ión d e S a n t o T o m ás uru-
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EL :MONITOR
da á l a 0r na mnjc" tad de B oss n c t.
_ unc a hasta aquí, l magis teri s u prem o
hnl)ía, fijado en t<' n ni n o t a n cl a r o Ia. r l ac i on es
le la I gl "' ia y de ht
f e· e l Ob i. ·po s e:s alt n. d o s olw o lo s ún gel e s porque él qj e rce
poderes n o c onced i cl os ú a q ~ t é llo,<;, El Ooi,spo es el cmb
ajnllvr d é Di os de &igu ado p a ra i~1diear s~l bono¡· y procl
ama r s u n o mb1~e e n to da s l a. nacion e s de la tierra. Por
Cri sto, di o el a pó t o l ' som os Em bajatlores. Dios exhort:\
por m edio d e n osotros.' ' Si se e.· tima como un privilegio
p a r a un ciudadano e l r eprese n t ar e ·ta. Gran Iei_Jública e-n
l as Co r tes e ur o v e a . , c uan g rand e p1errogativa es el rep
r esent a r las Co rtes d e l Ci e lo entre las naciones ue l:t
t i e rra . Qu e pri '>'il eg io , se r e l h e ralJo do la ley de Dios
e ntre la s nacion e d e l mundo. Cuan bellos son sobre las
mon ta ñ as lo s p ié s fl el qu e trae bu enas nuevas y que preclica
l a p az, d·e aqu ' l qu e mu es tra adelante el bimr 1 q Fte
anun cia s a lvac i ó11 , q ue áice á Bi{m tnDios niua-rá/ Quo
ch sting uiclo fus o r ser el portador d e la oliY:.t de la paz iL
Llll mun do innnucla.do por e l p e cado, ser- seña1aldo por el
Ci el o para proo la.mar aq u é l E\'unge lio que· trae glori.a :'b
Di oN y p a z á lo s h om bres · e ·e Evangelio que coni'orta al
d é bil, co n vi e rte a.l peeauor, r ec oncilia los enemigos, co.n-n
e la á l os atiij ído ::J y mantíeue ;í todos en la c~ ·pcra.nzn.
d e una -vida ete rna."
Despué: h iz o e l orado r e l r e cue nto Jc la5 Yirtulles
c ri stia n as d e l difunto Card. e n a l y d e las de su antecesor
e l Ob i s po Hu g h es , lo cual lo condujo :í establecer un no~
ta bl c p a rale lo e ntro l o. dos.
E s t o . d o Pr e h1d o~ t nían c<:ula uno ~n 1·a go pro4
minont c de c arác t e r. l\1. Cl os-K e y dulce, s ereuo 1 retirad
o d e l mnndo r eeu e rlla á Moi sé s con sus manos levantada
s , orando s obre la montaúa.
Hu g b es, a. c tí,o, atre vido , Yi goro o, agresivo, era otro
Josn é p e l ea n do e n el Van o arma do con la pauopli.a de la
f e , d e l a. v e rllacl y t.l e la ju sti ci a. El uno tra e i'L la memarí
a a l Príncip e de l o. A.pó tol es ejerciendo su autoridad
p aterna l, e l otro r ecuerd a al Ap óstol ele las gentes emp
nü a ndo la espada d e dol>l e :filo del espíritu, la espada
d e ltt l e n g ua y de la pluma. '
Habló d espué d e l ::cn eeso r dl'l Cardenal que era el
m i mo o r a dor y dijo~ " Cu amlo Moisés murió el pueblo
g u a r dó luto por tre in t a d ías . Y Josué su sucesor fué llen
o l1 1 espí ritu d e sabhlur.fc't, p o rque Moi és había extendid
o sns m a n .-,s s obre é l, ;> l os hijos Lle Israel le ohedeJ
ci e r o n á J osu é como aquP.l lo babia ordenado. El Carden
a l m o ribundo impn o Ru s manos sobre su suce:sor y
aqu ll a b ndic ión d e l Pat ri a r c a e s pimnte scrú tan fecunda
nl hijo de s u ad opci ó n y al h e redero del trono saJ
cerclo tal, c omo l o fué ú J osé la b e ndición de Jacob."
Y c oucluyó a s í:
" Oh amado P o ntifi co . Qu e t u alma esté hoy en el
Paraís o. Nosotros ac a ri c iamos t u memoria; y en los futuros
años cm.ndo tu Yitht sea e xaminada al trn>ez de la
sazonadora atmó. f e ra d e l ti e mpo, tu m~moria como la
de Josías, s e r{t, como la c01 r feec ión de un dulee olor he~
cho por el arte del p e rfumel'o, tu memoria será una ex·
qni:it a miel en cada palad a r y como delicio~a música eu
un bauq ue t e . Se h a blar:í d e ti como del boQ dad oso, tierno
y patfrnal 1f. Clos-Key! ! ! En seguida se dijeron cinco
absoluciones al rededor del catafalco, y luego fué lle~
vado el cadáver á la bóveda en la misma ca\~dral, y des·
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EL MONITOR 115
pub; d en c errar el ataud d e e a.oba e n una c n.j a d e pl o m
o fu ó cl e p~ · · it a< i o !.1 u t um ba. d e m ci rm o l al l ado el e la
tlel OuisJ.w Huglitoo , e n m e dio ll e l os s ollo zos d e l Gs parient
e y de la-s lú.g tri mn s d l os •s p.e · t ::t d o r cs .
Asi ' tiemu :á. los fun e ml.es ~, al .tl e r ó ito ·d e l c u e rpD
'Ulta notabilidades d e l cj é r c. it o d el QolJ¡~e m o , del Con@'t'e:
f'O y tle la lH ag-i tratura y n o ta.bl c el ucla.cl n. nos lm r t i c~ll n.J.'
Oi';. EL General Han coe k J 'fe el e E t a. Ll o Mayo r de l ejér cito
dt> l'
idada en su propio campo. Al pru.tir, pu es1 Ruth , n o · bada, 6 sea1 t r es llJ Ctlios 6 fa. n cgn.s . Volvió , pues, á ln.
hacía más fllle ~guü· ¡\ uno s s ega (lor es, r ecogi e nd o l o c iudadlle Yamlo e l fru to de s u trabajo, que enseñó á su
que caía ele sus manos. Por una .co in cJ t:~ e n c ia f e liz , ó s u egr a con l a sati s facción del que <1.c.a1Ja de r ecib ir m1
l.llús bien por Ja pr.ovid.cu c ia d e DLo s , que e se oj e s i e m- es p ontáneo benefici o, y d i óle l a sobr as L1e la eom [üa. d e
]n·e medios conYeniente s va.ra conducir s u s criatura s á. que e ll a se ll a.lJía. antes saturado . Allm iracla. Noe mi 1 y
:-;u soberanos Llesi,gnio s , acaeció que Ruth e s pigase en g r a.tamont o sorp re nd i d a d e h t a.lm n da u cia de l a li mo se'l
campo de un hom'l.Jre que era muy rico, lla!llu t.el<:> na, pre o·un t ó á s n n ue r a que r i u a. con e l gozo el e n1 sorBooz,
y pariente de E1imeleclJ.. presa: " ~ Dó m l o h as espi gado h oy, y dóml e b as empl ea-
Preci s amente Boo;.:; wní<1. de B e thleb e m á s.u c am- d o tu trab aj o~ De neli to sca. el qu.e se ha. rt]Jiada cl o de tí . "
j)O. La agricultm:a no se ba.llaba. entonces r e ba t nd ~1. e n l a D eclar ó l e H.u t h e n q u ó c.mnp o había espi gado1 y eli jo (l lle
~.-timación pública: 1a sen c ill e z y la m o d e rac ión d e l o c'l a m o d e é l se ll awabrt n ooz . "Denclito sea é l de l S -
gustos U.aba ó. lasco as wás n ece" arüts un m á s a1 t o v a- ñor, c ont in ú.o Roemi 1 p u es l a. m i sma beni g ni dad ele qn e
1or, y los homb-res nobles y ric os. no s e d esd e ñaban d e u s ó c ou l os \'i vos1 In. c on&e r m todavía. ú l os d ifunto :;,.
presidir la recolección ele los lJi e n es d e la ti e rra . D es- B ooz e p a riente nu es tro . P ues tamlJi ó u me h a ma.n ]
JUés de ha.ber saludado á los segadores e n nornht'C el e dado, a ñailió Huth , que m e io c orp o r e con s u segador.cs,
Dios, y de hacer recibido de ellos un Shludo cm los mi s - ha s ta t ,"L nto qu e se aca b e l a siega d e t o d as l as miese s .
mos término<;, preguntó Booz al manc ebo mayoral d e Mejor serú 1 hija mía , r e pu::;o Noemi , qu e Ya;Yas ú r eslos
segadores:" ¡,De quien es e sta mucha cha ~ ' 1 y r es - pi gar c on s u s c ria d as¡ n o sea que e n e l rast r oJO ele otro
ponuióle este: "l!;s aquella Moabita. qu e \'"iuo c o n .N oemi se t e o p u s i ese alg un o á qu e r spigases . ' 1 Ru tb 1 _r~es, se
'1el pa.i. de Moa-lJ, .'Y ha pC:'dido permi s o para ir tras de unió {L l as c riadn s ó d oncell as c,le B ooz, y r esp1g0 e n trt~.
Jos . egadores, y ·ooger las espigas que que d a n; y d esd e e llas todo e l ti e mp o r est a nte, hasta qu e l as ceb~ ela ~ )'
l<:l mañana hasta ahora se e s tá en el c a mpo, s in hab e r se l os tri gos se r ecogi e r o n e n l as Lr oj es; p ues l a obecl 1 e n ~ Hl.
retirado ni por un momento á u ca s a. 11 Por lo que y e l valor, uniü os á la modestia y l a dul z ura1 eran la 'n·.
dejamos dicho, Ruth tenía .c'l derecho de espigar en e l tutles d o la jov,c n :Mo ~ lJita. ..
campo de Booz, pero había pedido antes el permiso1 s in ( Contimucr á)
duda vor modestia ele canícter, y por aquella timide z
tan conveniente como naural ft todo extrangero .
Admirauo por la graciosa modestia. de Rut.h, y con~
movido de lo que sabía ya ele su piedad filial, s e dirigió
Booz á ella y le dijo: " Oye, b]ja mia, no vay.as á otro
eampo ·i\ respigar, ni te a. partes de este sitio¡ sino júnta-
te c0n mis muchachas, y síguelas donde estuviere lu,
siega. Porqne be dado orden á mis c.rin.dos para qu e nadie
se mero conmigo, y aun si tienes s ed, véte al bato
y bebe agu.a de la misma qne beb e n tamlJién mis criados/'
E. te ofl·ecimiento, li g er·o en apare ncia, em un q,
muestra de particular benevolenci a en uo paí s e n que
abundan poco las aguas, y en que los calores son t a n
excesin>s. Ella entonces, inclinando el rostro hasta la
tierra en señal de respeto y de gratitud, respondi ó á
Booz: " 1 De donde á mí tanta dicha, q ne haya encontrn.do
gmcia en tus ojos, y te fugues tratanl!e con tanta
J',a creación anÍinada,
POR MONSEÑOR DE LA BOUILLIERE,
OBISPO DE CARCA SONA.
El leon.
Ln. sobcmnía d el l oo n.-S u s f ero ces in s tin t o ·.-Ell eo n de 1
tribu d e Juclá .. -Iufn.n c in., vid a, mn ortc y r o•:mrr ccci ó n d e l S a l va dor.-
Ell oon h a v e n c ido el runudo. -El ob eli c o d el Vn t ica n o .Los
¡¡ antos .- Los a.p 6s t ol os .-Los c a chorr os avr ou den á ser l eo;n es .
-El d emonio, e l mundo, ] i¡l.s pas ion es.-Las p otesta d es enermgas
do J es u c ri to.-La pasión d el Salva d or,-L os l eo n es r aJ?aC ~y
rn g i e ntcs.-Có mo o tru ecan l os l eon es e n co r dor os .- L a fe en -
tiam~ triunfa d o l os l oo n cs .-Sans6n. - D Rv id. - D an i el. -El Ctngel
e n el la.go d e l os l eo n es .-E l e ni g m n. de Sans6n ,-C6mo l e:>..plica
un Agu s tín.-Cóm o h_a si do r esuelto e n e l Ce u ::iculo en
la E u c ari t í n..
I
El l eo n, si se cons id e ra la her mos ura i.a noble za.
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116 EL MONITOR
de s u s fo r mas, su majestuoso aspecto, el -vigo r y agilid
ad de sus músculo , u T'alor en e l combate y la domilación
que ejerce en todo los siti os donde se pres u
ta., merece o n justicia ser llamado rey de los animal es .
Cuando anda, eon paso grave a l traT"es del bosque ó por
la arena del de ierto frunciendo la ancba frente y a.gitando
la flotante Tin, se diría que mide su imperio, y si
l anza. su la.r go rugido sem~jante al trueno, todas las
criaturas vi\iente tiemblan y hu:yen como ante l a amenaza
de su soberano .
En efecto, este rey feroz reina especialmente por
medio del terror. Los animales le temen y evitan su encuentro,
pero 61 s;tle e n su busca y los ataca. ele frente,
ó bien, Yaliénclo. e de la astucia, se oculta en una espe. a
maleza, e. pera á s u pa o la presa que codicia e arroja
obre ella, ln s ujeta. y la devora. Así pues, por una 1 arte
la naturaleza, ha daclo al l eón la majestad y el poder
que asegura el i mperi0, pero por otra, partfl, los in tintos
de esta fiera cruel la colocan en el número d e los
animales más feroces. La Sagrada E critura Ya á. presentarnos
i gualmente este mismo simbolo con dos significaciones
m u y di\·ersa . .
II
Jesucri to, que es comparado á un cordero (1) por
su infinita. bondad y dulzura es tam l.>ién el que San Juan
designa en estos términos en el libro del .Apocalipsis :
"Ha \enido el león ele la tribu de J u da (2)."
Cuando Jacob moribundo reTelaba il sus hijos el
porvenir ele su postericlacl, decía. dirigiéndose :í. Judú :
11 Tus hijos te al a baríw, oh Juclú y lo hijos de tu padre
te adorarán .... Judá e.~ pnreciclo á leoucillo. Te has levantado
hijo mio, 1>nru arrel..Jatar la presa, y después,
descansando, te has reclinado con el león .. ¿Quién se a treYerá
á desatarlo? (3)"
Todos los comentadores estún acord s en aplicar al
Sallador esta magnífica profería : "Jesucri to es semejante
al leoncmo, enseña san Agustill, porc¡ue quiso aparec
érseuos primero como un nino; so le,antó para arrebatar
su presa, cuando lanzándo e corno el gigante que
recorre la carrera, dejó la hu e lla de sus pasos en toda
la extensión de Judea, connrtienclo la nlmas con las palabras
y el ejemplo, y descansó y e durmió como el
l eón, cuando redinándo e sobre el árbol de la cruz, en tregó
su espíritu en manos de su Pc:tclre . Pero durmió
como el león, continúa san Agustín, porque, lejos de
-vencerle la muerte triunfó mas bien con ella." Y dice
Orígenes [ -:1:] : 11 ro sin razón añade el profeta : ¿, Quién
l e despert ará~ Quis suscitabit eum '? (5) porque nuestros
li bros antos nos dicen indistintnmente que Dios re ucitó
á Jesucristo, y que se resucitó á sí propio . Confu nclido
ante este prodigio de unidad entre e l Padre y e l
Hijo, el profeta se limita á una pregunta s in conte tación
: 11 ~Quién ele 'pertará al l eén ~"
El uni\er o lo proclama, ahora : 11 El león de la tribu
·do Judi ha Yencido (6) ." E. tas palabras en la boca de San
Juan no eran más que una predicción, pero los s i g l os
sucediénclose á los siglos, han Terificado su r ealiz acii>n
gloriosa.
i El l eó n de Juclá ha vencido! .. Nunca ha soltado
su presa que no e r a otra que e l mundo ente ro. La persecuciones
y lo s odio amontunarlos contra é l bn,n siclo
como l a. punta del glad iador que toca los co tados del
l eón, pero para hacerle mc~s anlieute e n el combate. El
combate ha sido t e rrible , p e ro ha queda. do la viutoria
por el león.
Sixto V. escribió estas palabras en una ele las bases
del antiguo obeli co e rigido enfrente de la l.>asílica
vaticana, "¡El l e ón de l a tribu ele Judá ha T"encido !"Noble
divisa grabada en todos los co razones más aún que
el granito . tli, Jesucrist o ba eonquistaJo el mundo; e l
león de la tribu de Judá ha vencido.
(1) Act. VIII. 32. (2) A}JOC. V. 5. (3) Gen . XLIX, 8 et seq.
( 4) In Genes, Hom. :XVII, 5. [5] Gen. XLIX, 9. [6] Apoc. V, 5 .
•
III
P e ro J esucri sto comunica. s u pod r á todas l a.s almas
que se un en estr echame nte á é l con la fe, con la
gracia y con l vs sacramentos y por esto el antor el e l os
P1·ove1·bios dice al h abl a r d el justo : " Toma confiauzn. co mo
el l eón y nada teme . "
El l eón tiene e l in stinto de s u fuerza., y salle que
nin gún a.nimal l e resistiní en e l co mbate . Lo mi . mo ,' uced
e con e l cri tiauo, e l cual s inó cifra s u co n tinnza e n
sí propio, . abe a l menos con e l a.pó .'tol, "r1ne Jo puede
todo eu Aqul'ü que le com uni ca s n fuerza (1)
Consideremos á los santos apó sto les . Ante .' ele entrar
en el Cenúculo eran d ébile. · y tímidos, y hé aquí que
saleo como leones r espirando e l fuego divino que l es ha
penetrado .. So adelantan por e l melado de mugic l om~
fieras, (2); los pueblos y los príncipes l es declamn ln,
gu 'rra, y todas l as pasiones humana s, to(l os l os demonios
el el infierno se agitan y sublemn contra e1los, pero
permanecen tranr¡uilo:-> y fuerte s . EL león de la ttibn de
J ni a de los l eo nes. A. í de i g na efectilamente
David en el salmo XXI á los jucuos d e icidas. Hablando
en nombre del Cru cifi ca do, esclama : "han abie rto
su boca sobre mí como e l l eón rugie nte y devorador ['i]
"Oid, añade San Agu stín ( ), oid en el santo Eva.ugelio
lo s rugidos de los leon es: "Crucificale, cruciñcal e .'' Miradles
después saciando su rabia despe Jazando á golpes
e l cuerpo del Salvador, tejiendo sobre su frente una corona
de espinas, y traspasando sus manos, sus piés y s n
corazón .... Los leon es devoran su víctima. " J esucristo
sólo quiere ser ante ellos un débil y ti mido cordero (9)
Se deja inmdar á l a furia de sus enemigos, pero segun
un hermoso pensamiento de San Agustín, "el león cebándose
con rabia, es vencido, y el cordero triunfa padeciendo.
"
VI
El cordero triunfa del león y convierte el leún en
(1) Philip. IV, 13. (2) S. Leon, pap. Serm, I de SS. Apost,
(3) Ecech. X1X, 2. (4) I Petr. 5. 8. (5) Ps. X 9. (6) Ps. XXXIV,
17. [7] Ps. XXI, 14. [8] In. Ps. XXI. Enart. ~. (9) Act. VIII1 37,
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EL MONITOR 117 . .
•
coi·tl 1ro.· Dé de este día, en efecto, en que la. benignidad
del Salntdor se apar ció en el mundo [1]" Uno de los
prodigios le la re]jgión cristiana. es suavizar en todas
partes las costumbres ele lo hombres, e n trasformar
sus corazon s y en inspirar ft todos una caritativa mansedumbre,
des~.ono c ida el l pagani mo.
Lo profeta.· no dejaron de indicar el e antemano este
efecto admirable qu e d büt rn·o elu c ir un día l a precli('
aciú-ü-' d -e l En1ngelio, é I saías lo figuraba, en estos términos
· e l l eón y la. o ·n~ja, morarán juntos y'basta ría un
niüo para 11 ,·arlo á. apacentar.
VII ... -- · .
Pero J esuc risto no tan sólo t riunfó do los leones con
s u . padecimiento ;; s u muerte ino que CJUi o especialmente
en eüamos {L \en e rl os . Al sucumbir bajo los
clientes potestades de la tierra, después de haber
c lamado rnucho tiempo contra el Señor, darían un día
s u s armas pa,ra, proteger y defender la suave lWedicación
del Evangelio ? "
IX
Sin embargo, el alma. cristiana presenta. otra. solu-
• • ClOU.
Jesucristo es e l l e6n de la, tribu de Jml {L . Ahora
bieu, la. vispem u e l día supremo en e¡ ne iba á reclinarse
sobre la cruz pam morir, el león destiló ele su boca, una.
miel livina, l a de la Eucaristía . De de entonces se propuso
un amable y profundo enigma {L toda la serie de
los siglos cristiu.nos: del que comia ha, alitlo el u.limento,
y del que es fuerte la dulzura. (-!)."
Me traslado a.l Cenáculo y asisto al último banqL1ete .
El Seuor estú, sen taclo ?o la 1\Iesa en medio de s us apóstoles,
y come y l1ebe con eJlo ; }J e ro hé aquí que toma. pan,
lo rompe, lo bendice y lo distribuye á sns cliscipulos cli cieuclo
: "Comed, este es mi cuerpo," y todo reciben este
alimento sagrado . Jesucristo e ' , pues,en el Cenúculo coní'iclado
y a1imento a l mismo tiempo. ¿No es estn. la esplicación
de la primera parte del enigma: "Del que co:nía
ha. salido el alimento~ "
Pero me p r osterno ahora á los p 16s del tabernáculo.
~Cuál es el huésped que lo ha.bita? Es el Dios fuerte
que ha. Yencido al mundo .... es el león ele Judá. Yo pecador,
pobre y débil criatura me siento embargado de
terr or en su presencia, y creo oir rugir ele ele el fondo
d e su antro augusto : "Tiembla. ante mi santuario . Pavete
ctcl sanctua1'ium meum! [ 5] .i\1 e acerco sin embargo, y recibo
l a santa hostia.. ¡ Oh divina trasformación ! ¡ oh dulzura.
infinita! Y a no es e l l eón, es la miel. ... O más bien
es e l l eón, pero e n é l , con él y por é l una. miel deliciosa·
¡ Ah! he acabado de esplicar el enigma: "Del que es
fu e r te ha sali do l a dulzura. De jo1·tt egressa est clulceilo [G ]
Higiene El agua.
Entre los cuatro elementos ó cuerpos simpl es que
conta.ban lo·s antiguos figuraba e l agua eomo tal. Como
elemento pudiera ruirá r el e sup u esto que e lla entra en
la composición ele lo s cuerpos organizados bien ea en
sustancia 6 bie n en sus elementos basta en aquello que
aparentan no contenerla, la poUlla d e la lana por
ejemplo. '
A sí como el aire, el agua. es indispen sable para la.
vida.: allí donde faltan ambas co sas, ó la una de ella no
hay existencia orgánica. Por eso la n atural eza ha pue to
al alcance ele todos los seres vivientes estos dos agentes
á la vez que alimentos indispensablemente necesarios
para la existencia de ellos.
Contrayéndonos á el agua. diremos que si ella es
elemento ele vida cuando conserva su pureza también lo
es de enfermedad y aún ele muerte cuando por la mesola
df3 sustancias que disuelve se alte ra su naturaleza.
Por eso la higiene se ocupa en la averiguación de las
condiciones en las que deba hallarse este liquido para
[1]' ~bid. XIV, 18. [2] C~mt. Faus, lib. XII [3] Joan . XVI, 33.
[4] Jud1c. XIY, 14. (5) L ~:mt. XXYI, 2. [6] Judic. XIV, 4.
(
•
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118 EL MONITOR
~====================~~~~====================-- que
sea potable, esto e , co n> e ui ente en u uso para la¡ ció n. Un iiltro muy sen c illo y tk 11ingúu <"O t.o, qu<· dL·-
consernwión ele la saluü y de aplicación atlt>.cuaua, e n IJo tenerse e n toda casa ·e forma de capa. d • arl'nn :-;
su empleo á toda las uecesitlade. de lo. pueblu ·. cnscnjo menntlo y cnrbon d e mad~ra: t:obrep u esta unn.
C'rremo. que los primeros poblaüorcs en nuestro ú o tra c1 esta.<; sustanc.:i;u:; en una Yn l' i,ia con veq n cf1os;
pail', no t t1Yi erou en cuenta que uua ele las primerns con- nhujeros, ó sob r e un lienzo }J oco tnpido :-;e haco l lH ·m·
r alguna;.; hura ·, y cuando por t' Sm
e ra casuali dad, mas no por que se formara un plan me- te medio. e r el1 u ce ú una pc(JtH'Ílecharso tal agua.
dore s, nbona nuestra c r een cia; más esto lo d ebe la capi- Una pequeña cantidad (le cal en el agnn no es pcr tal
de1 l ~stado ít 1n. naturaleza d e l h e rmo so Yalle en que jucli r ial pnrn. la digest ión, ante!'> h i e n todas la ·
c u a l quiera punto en donde se h a llar ía en iguales s ino es aguas . No s u ce d e l o mismo con el ye:o : laF< que couti e que
fuera eu mejores condicion es de lo . que brinda ese n eu esta s u st anc-ia ~- aun otro · ::>emejn nte ~, se l es da en
Yall e . Habl amos nobre e l pun to higiénico del agua nada gener a l e l n o1uur e tle se lenilos((:; nl uso tle e llas se atri más
. ;. Pero Rionegro '?Be despresió la gran U anura co n bu y e el roto . P o r m edio u e l ja n)n ctne no . e di::;uei -ro
un rio hermoso; y .sus elegantes y a l egres casas se sepul- bi e n en la s aguas que ti e nen eso::; principios :e conoce
taron, podemos decir, en un a hondonada q ue c8.rece de la prcsenn in. ele ellos : tnmb i<'n 1mede e nsayars e C'omo
agua co rri e nte . Antioquia disfruta de buena agua pota - co ntra })rueba ]J one r ú coce r en ello. las Jcgnml>rl':, y so
hlc , de la que se pro>ee el público, y algunas casas partí- tendrá h certeza s i no se lo g ra e l intento Ll e un modo
<: nln.r es por medio de cañerías cubiertas . Además, por perfecto . .
c.anos descubierto., baña á l o cim1ad una caut.ic1at1 de Lu caiidncl del ngnn de se r un potleroso tlisoh·cnte,
agua suficiente para el aseo, por cuanto lleva á la s afue. es causa que ella co ntenga fia l es y s ustancin s orgún iraf;
ele l a voblación l os excr ementos ó inmundicias d e la p a ra In sn lutl. r·n conocim i e nto exacto de su
á la que tienen en Medellín : eu esta el agua co rre po1 composición só lo puede l ograrse por los procedimienla
mitad de l as call es, a sí como en Bogotá, e n tanto tos químicos,. ele no fc1cil rjccuc iún; uJús para la ge nera.
que e n Antioquia pasa por el interior de las . casas. Jidad de Jn. gentrs, 8i e;:; qu e quieren e11tar l o~ males
Tratando del u so hi giénico del agua, bs particulnri- que pueden o ri g inarse por el u :o ele lUla agua no C' int ú
dade: que h e m os r eferido no la s tenemos como njenas la sH lnd, c r eemos que las indicaciones que h emus he c ho
de la. mate ri a, pu esto que eJ !as se r etier en fi. un a el e la s pueden srrl c d e nl g uu proYe c ho.
;¡.plicaciones importantes que {t e lla pu etl e n darse para Terminaremos proponi e ndo una precaución para el
Ja salubridad pública. Vmnos ahora á expo ner del modo c:npl co del agua como !JclJida y es ]a. de uo n~arla en el
mús s ucinto y claro., e1üaudo todo lo que sea cien- mi s mo día de sei· cogida; debe clejársele do s ó tres días
tífico, cuales sean l a: condiciones e n l as que d.eba eucon- e n r eposo y en s i tio bien Yentilados particularmente en
trarse el ag u a para q u e ella sea saludable, para que gea clímas .cálidos . Parn esto cou1ieue tener n1ú d e una tipropiamente
potable, esto es para que pueda u sar::; e co~ naja para que se al teme en e l co nsumo del agua y no o
mo bebida adoptada á las fun cion es a nimales y sobre to - tome siempre de la que se contien e en una ruismn.
do d e l hombre . No estar á pvr d emfls la recomendación d e l a<=eo e n
Ante todo, d ebemos de cir, que no hay agua más pu- las >asijas en l as que. e ron serrn el agua; e: indispen, ar.
a que l a des tilada, pero como e lla está privada d e aü·e, ~le s i en e l uso d e ella se quiere evita r la cau sa _d e ene;
s corno se di ce pesada é impropi a para l a. digestión : só- 1ennetlacles que pueden o ri ginarse por nn cl esc mclo en
lo aereándola puede u s a.r se como bebida. El agua ele este punto. El ng n,a ti e n e en tU s olu cióu y también en
ll uvia aun cua.ndo se l e r ecoja directamente en s u ca i- s usp e n s ión sustancias de distinta naturaJeza lns cuales
J.a n¿ es perfectam e nte pura; tiene e n disolución cie r- por la quietud que e lla queda en l as ";tsl.ias de depósito
ta~ sustancias, cuya prese ncia. se prueb a por los proce- se precipitan y. e les maot.i e ne alli por falta ió_ en
Ja necesidad de admitir esc1n.>os que se donaban a la
Virgen por persona que, bien fuese p omo con frecu encia
sucedía. i ~ ndolo de vartic ulnre ..
Por (:11 año de 1 ':20 contaba la fábrica con ciiez ó ción de presenciar la consngración d e l templo dedicado
á María Santísima en su advocaci6n de la Concepción.
Ese templo es la Iglesia catedral de la Diócesis
de Antiuquia.
Como (t la conclusión ele esa. obrn, existin.n ünos esdn,
Yos: y el señor ~! artíuez había sido encargado por el
Cabildo, como hemos dicho al prit:!cipio, lo puso en couo<'
imiento de ht Corporación, diciéndole que había prometido
lt e os e:;;clavos que serían lillres el día que terminaran
sus trabajos. La Corporación "llunicipal no resolvió
el punto y lo consultó con et señor Gobernador do la
lH'O\iucia lo era el Señor Dr. D. Francisco Antonio Obregón.
Increíble parecerá que un hombre
hijo.·, n,l cua l él pagó su valor. E os el o individuo· 1 u e ron
de tinados ft trabajar en la obra de la cn,tedral por
::; u n pti tud en la formación le andamios en alturas considerabl
es, ó como se dice por s u buena. cabeza, y no
omo donaci ón hecha. á la Virgen, y gozaron del beneücio
el lo d más.
Eucro ele 1 86. Jo sB l\'1. l\fAR'l'ÍltEZ P"uwo_
A. visos y Carteles
P ésima es ln, co tumbre, y además se abn n. de l:'t
propiedad pnrticular, fijando avisos y carteles de cua .
le. quiera. cosa qno sen, en las p;uede ·y ruús aún en la.puertas
de la s casas, sin el pre lo con entimi ento ele-!
dueño de cada llDH: ni la autoridad tiene facultades y
mucho menos derecho para emplear este medio de hacer
s us publi caciones y anuncios de netos de los que
se propone noti ciar al públieo. En In g laterra, en los Estado.-
Unidos en d onde el derecho de propiedad es una
r ea lidad, nadi e se atreve á aplicar para s u uso, a un c uando
sen. pam un a. co ·¡t pa aiera, como ln, fijación Lle un
cartel en puerta ó pared de una casa que no l pe rtenece,
y al hacerlo, el acto 1~ apareja una. ind mnización
según ol pmjuicio que e, time el ofendido . Eulns ciudades
pof!ulosas de esos pai e en l os cuales hay lliariamente
multitud de negocio que conviene se. epao, hay además
de las publicaciones por m dio ele lo p e riódicos, otro~::
modos m á' adecuados al int ento para noticiar al público
ha ta de :o que nada le intere a, sin la fijación de papeles
en dominio de otro. Ya, por lo menos en esta. ciudad
no se ven la puerta · do lo s templos abigarrada con
lo s re stos del papel d e los n.viso ó con-vite s para novenas
ú otras fie tas religio as como acontece en otras
partes.
No tlebe se r permitido que por interés }Jar iculn.r,
se ensucie ln. puerta ó la pared de quien quiera que sea,
hacienectrv:lluonte.Prechcó en la pnm nt el senor Pbro.
Dr. Andrés A. Duque quien una Yez más 11rob ó sus dotes ol·atorias
y su fe. . -CeanenteriOS. - Vol.-emos á: prc~untar _!_Qué han
h echo los seftores cura de l a 1)arroq uia y Jefe mtun_c>pal para
cumplir con lo ordenado en el decreto sobre devolución de cementerios
hecha en un suelto del número 5~ 1 Sa.bemos con pena
que nuestra inocente pragunta causó algLUHl mortificación :1l sefi
or cura ele entonces, pero declaramos c1ue nuestro á,nimo _no fué
ofender á n:tdie, y menos al señor cura. Un hecho sucedido en
los últimos días de Diciembre pasado, 1nobó que teníamos razón
para exigir aquel cumí1lirnionto, cuya omisión fué causa do que
un ca.cl::1ver se hul>iera sepultado en otra par·te:
Abu.so . -Así calificamos l~t celebración clol desorden quo
c on el nombre ele fiesta tu.-o lugar en Campo-alegre el 7 do los
corrientes. La ley y la. moral, los intereses ele la sociedad y las
circunstancias en que estamos, e.s:igcn s uprimir absolutamente
todo lo que tienda á 11romover la vagancíu, á e.s:itar las pasiones
y cansar perjuicio en todos sentidos.
La reprobacla costunbre de celebrar fiestas públicas separa.damente
en los barrio de la ciuflad es ele fatr,les consecuencias,
como la experiencüt no lo enseña, y ro vivir hoy esa costumbre
olvidaurt }JOr perniciosa, es Yolvcr atrá , es ilegal y sobro todo
en corruptor.
Y ya que ha.blamos de fiestas registramos con verdadero sentimiento
el hecho recientemente sucedido en Urrao, que i no coconresponclionte
á nuestra revista. local, s i viene en comprobación
de nuestro aserto: es consecuencia de las fie ' tas.
El digno Jefe municipal de aquel di trito señor J. Clirna~o
Viana fué aso inaclo tristemente, según informes, al intcrY"enu
en una. contienda ele clos l'ec ino clcl pueblo el día 1 dol corriente
durante las fiestas . Si no hul>iora habido fiestas no tendríamos
que lamentar hoy esa desgracia, no habría un cTímen más, un
escándalo más, más lágrimas y más desgracias.
Es necesario que la autoridades se persuadan qno no siempre
es pruc1ente permitir Iie tas públicas; que ésta poT lo general :;on
perniciosas y que l a liberta.cl no consisto en divertirse, como comunmente
se cree por los enemigos del trabajo.
AJgo 1nás del 20 de Euero.-En el número
anterior dimos cuenta d e la función do e<> te d í a, l)ero por falta ele
espacio no inse rtamos la nota dirigida por la comi ión enca1·gada
do 1:1 fi esta ú: los intlividuo s á quien se dedicaron la coronas que
orleabnn las nombres de l 11 e rsonajes allí relacionado . Hoy
insertamos e a nota, y la contestación clel senor D. Víctor Pardo
S. única recibida.
Sef!or D. Victor Pardo S . :
' Entre los Qbjeto~ rimbólicos que adornabA.n la Catedral el dia 20 d11
l os corrientes en la fie,sta. del aniversario de la funda.ciún el~ esta r.iudad,
se oatellta.bn. una signiñca.tiva corona de bellas üores, tejida por hilbiles y
virginnle s manos encerrando el nombre de José Fernando U rub uru.
Mere cido fué el r ecuerdo h echo en homenaje de ese varón, y merecido
e a también que l a comisión encargada de la direcci(m de la fiesta, lo de
diqu e ll. U. como una prueba más de l a veneracion que ell a tiene por la mem
ori a del hombre á quien fué dedic • do.
Sírvase aceptarlo. asf como también los sentim i entos de sus r espetuos
o s servidor.;s ,- Antonio Martinez-J. E, Martinez-Francisco de P. lllartln
ez.
.A.ntloqaia, 21 d~ Ene ro de 1886.
CONTESTACION
8 ef!o r esAntonio, Jua!l E. y .Francisco de P. Martfnez.
P r esente.
Seffo.res y amigos mios:
E n la >t&.l.·de de ayer tuve 111 gusto de recibir la apreciable nota ~e
U 1 tedes, fechada el 21, enviándome la corona. de üores dediCada al pat nota
y talentoso don José Fernando Uruburu, corona que entr e otras, ador,
' • na r on!::. atedral en la fi e sta religiosa del dfa 20 del corriente mes on con·
memoraoión de la fundación de esta ciuéiad.
En medi o del dolor que c•prime de amargura mi alma, esa. corona me ha
produ cido dos sentimientos de placer: uno, que todavía e xisten nobles y
jó~enes pechos que re c~Ae rdan la gloriosa efeméride de este suelo precioso
y querido qu& habitamos, y los merecimientos del varón ilustre- cuya larg
& vida se consagró toda en defensa de l os derechos de Antioquia. Ot.ro,
que el homenaje de aquella corona haya v enido a mis mano~, como depo¡¡
J.ta r i o de una prenda, que guardaré en recuerdo constante de v irtud patriotica
y de gratitud hacia ustedes por la atencion y fineza oon qu~:~ me
h a n honrado.
D e U. U. amigo, d eseoso Servido r, Victo r P a rdo.
CONOCIMIENTOS UTILES
ENFERMEDADES DEL GANADO VACUNO
(Continua ci 6n).
HERPES. EnlPEINE. (Carate 6 can·nña 1•ulgannente) , Las
herpes son enfermedades cutáneas que se manifie 1.au por· erupciones
locales do una naturaleza aún indeterminada; ellas pl·esentan
alguna analogía con la. sarna, aun cunndo esta soa una
enfermedad del todo diferente . Ellas nuas ocasiones son secas;
ptras humedas: no e on peligrosas. pero en ocasiones difíciles ele
curar, sobre todo cuando atacan á l a bestia mal cuidada y ma l
alimentada. En este caso ellas pueden se1· una verdadera sarna .
· El agua. de javón y las lociones emolientes son l os primeros
modios que hay que emplear para curar las herpes . Después se
puoden l avar l as partes enfermas con u n a mezcla lmentc (t loa terner
·os, alordo do la boc:>~
y do la quijada inferior y tamuén sobre toda la cabeza; ella su
mauilicsta bajo la form~~ d.e manchas bla. quizcas, redondeadas
presentando una superficie ásp eTa._, do d~md ~ se de s p1·end en escamas
finas en forma de polvo. B. a la pn vactón prum1. ~ las
l>estias tiernas. Se destruyen f>LCÜmcnto las borrugas, lmcnemloles
en su base con aJnda de un hilo, nmtligacl ura., que se aprieta.
ele más en más, hasta que la borrug>t atrobiacla ó d eseca da, se
desprende del todo. Si la base de la berrug~t es ba ·taute gruesa.
pant que no sea pos ible ha. c~r h~ ligaclura, se lo ~. orta coi: un bisturí,
y se cauteriz<' en segmcla ~a henda c_on el flotTO cahuntc hasta
ponerlo rojo . Se puede ta~b1én cle:strun· las bcrruga:; con h~
piedra infernal ú otros cáus~teos . . .
Se ha consoo-uido clestrmr las borrugas frotándolas thana-mente
por el té1~ino de uu mes con tocino. ·
l<'RACTUH.A DE LOt:l CUERNOS. La fract ura do los cuernos
es completa ó incompleta. En el})rimor caso la prolongación
del hLLeso fracturado que consolida b baso del cuerno e ·tá d e l
todo deepedazada, y r estuta. en la su)_.Jerficie una abertm:a 11or ht
cual se plteue ver h asta en los seuosfroutalcs que comllllJcan co_u
las cavidades na ales, de illOtlo qLte la sangre corre por las nan-ces.
-
TRAT.A.MIEN'fO. El primer ctliclado que debe tenerse en ~
caso cltl fractunL do los cuernos, es el de detener· ht hemorragia,
cubriimdo la h erida con ¡ntnos mojados en viuagre, los •1uo so
mantienen húm edos hast·ar b llaga toLlo;; los
clías con ;to-ua. tibia á fin de mantenerla aseada, ó cubrirla do
modo que s~ preserve del contac~o dol aire, del polvo y de lo~. sucios
que })Ucdan cacor cuando tu·a~ la yerba tn~ora comer. ~L. so
des1n'e nden frao·mentos de hueso, s1 la llaga tie11e nn olor fétulo
y que supura u~ pu amarillo verclo o, so cura la llaga con tiutu¡
·a de aloe y se lo cubre con carbón .
Cuando la fractura es incompleta, la liase del cuerno 6 prolono-
ami ento frontal dol hue o de este nombre, est::i inta cta, el
hu c~o sstá solamente desprendido en sLL ba&l. Si el cuerno no ~s tá
de. pre ndido más que do un lado, se puede en el momento llllSmo
en que el accidente ac.etler, volverlo á colocar en sa
posición uatm·al, y fijarlo sea con tlll cáñaillo, sea con una banda
untada con clara do huevo ó con cola, cou la cual se cubre la
grieta ó hendedura, en vol viéndolo en segtlida con tilla ba.11cht sólidamente
fijada y aplicada ele modo que mantenga. el cueruo en
s u lno·ar. Es esencial colocar la bestia lle modo que n~t pueda tropezar':'
con m>cla. Si el cudrno se hay~t des1h·endiclo eu torlo el cír- ·
culo de su ba o, no se debe tn1tar clt: colocar en su lugar, pero se
hace ele una teht de género una baina eon la cual se cubre la. base
del cuerno después do haberla untado con una mezcla de ace_i te
de linaza y brea. Este aparato se fija por medio ele un benda~e
apro1Jütdo que se deja hasta la completa cnración . Por este mecho
tan sencillo sin otro tra.tamionto, se ha visto regenerarse un cuer.,
no entcra.mente .
HERIDAS Y CONTUSIONES. Las heridas-son soluciones' do
continuidad recientes y ordinariamente sanguinolentas, producidas
en las partes blanüas clol cuerpo por un instrumento picante,
cortante 6 contunclrnte, ó por todo otro capas de cletel'mlnar un
Citación recomendada (normas APA)
"El Monitor: periódico oficial de la diócesis - N. 15", -:-, 1886. Consultado en línea en la Biblioteca Digital de Bogotá (https://www.bibliotecadigitaldebogota.gov.co/resources/3685352/), el día 2026-02-05.
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