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D1ÓCÉSIS DE ANTIOQUIA .
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• ~genft euerttl,
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SERIE I. ANTIOQUIA, 15 DE OcTUBRE DE 1885. { N "C 1\L 8 .
Rectorado del SmninaT1.·o.--- .Antioquia,
8 de Octubre de 1885.
El día 4 de Noviembre próxill10
se abrirá el Colegio Sen1inario
de la Diócesis. Los as pirantes
á beca pre~entarán con
la debida anticipación los docuInentos
que expresa el regla:
mento, para designar los que
tengan derecho á ella.
Los estudiantes internos de
fuer~.~ de esta ciudad tendrán en
ella un recomendado ó acudiente
con quien puedan entenderse
los superiores del establecimiento
en caso necesario.
Antioquia,lO de Octubre de 1885.
JOSÉ M. MAUTlNEZ. p"
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'
ESPERANZAS • •
.
"
Antioquia., 1° de Octubre de 1885.
Aun cuando el carácter y los fines de
este periódico lo alejan enteramente del movimiento
de la política que agita al país, hay
casoR, y no pocos, en los cuales los in ter eses
y miras de ambos se identifican ó al me.
nos presentan puntos de íntima relación, en
que los iuterei:;cs son los miRruoR y tiE>ndon á
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un m1smo fiu, aun cuando s e an ·entes
los medios que emp_lcen y las vías que á ellos
lo s cond?-acen; y entonce s necesario es tratar
de esoá actos, sin salir no obstante de la esfera
que la publicación tiene señalada. Una
cosa es ~a política de partido, y otra son los
actos de un _gobierno serio, justo y moral
quien en sus diferentes manifestaciones tien-
de á civilizar moralizando, á jmplantar l a
verdadera libertad y á desterrar los vicios.
Por esto "Ell\1:onitor '' a oge con verdadm
·o interés la importante Circular fecha
3 de Septiembre, publicada en f'l n° 48 del
BoleUn Oficial expedida por el Sr. SeJretario
ele Gobierno, hoy J fe del Gobierno de
Antioquia; porque entraña ideas y püncipios
de moral y buenas costumbres, y contiene
órdenes y preceptos que obligan á las
autoridades subalternas á re petar la virtud
y el trabajo, á atacar y extinguir el vicio
donde esté y como esté. Hoy es de deber
unir las fuerzas y los recursos de l as diferentes
entidades y autoridades, y justo apo ¡ar
resueltamente las buenas intencioues del
gobierno.
Esta es pues la divisa:
Protecc ión eficaz al trabqjo,
Guerra sin tregua al vicio
El Sefwr Secretario de Gobíerno cohoce~
dor de las fuentes del mal, con conciencia, e~
nergía é instrucción co'nvenientes emp1·ende
esta otra Regeneración, sieudo u voz como
un llamamiento geneTal al cual nadie debo
desatender, y al contrario tod s sostenerlo
con decisión hasta llegar al .fin de la jornada.
La citada Circular borra de su conteni(_
lo la odiosa calificación de partidos políti-
. cos, tal como la entienden la pasión y la ignoraneia
fuente de ese eúmulo de males qu(:}
frecuentemente nos rodean en eso que e llama
r evoluciones, que bajo el bello ropage
de patriotismo, desinterés, amor del pueblo,.
no contiene ]no egoísmo, ambición, odio y
destrucción. De~de luégo quita el lado vulnerable
por donde pudiera sPr atacada, y sólo
presenta dos partidos: hom hres honrados
Digitalizado por la Biblioteca Luis Ángel Arango del Banco de la República, Colombia.
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E L ~ t ONTI'on.
l t ' '"~, y h o m b r s p cr v 0r sos el o t ro . A l pri m e r o
l . 0fr ece v e r d ad .r n l itcr t ad , po. i ti ,-a ?; nr ant
.í c y f inn.e scgu r i cl:J.d ; a l f:: egm: d ) le p 'r es en-
1 a, el pes d ., l a jnst i d a r >n, ra per s egu irl o co m
o p es te, co m J v e n e n o.
l a m a n o á Ia j u _s t ic i a, y q ue el d ulce sopl o d e
l a es p er anza ahe n ta y h ace r evi v ir e l o razó u
d e l os _ h o m b r es h onra d os, al mismo t i e mpo
~u e h1,e l ~ ,Y a b a t e ~ 1 d e l ?s vic i osos y p e rve r'"'
os , O( as19_ll e..c;; d B m s t rmr m or a li zand , pro"'
g ~· es ar ~ eJo r::mdo co n el trah o j o q ue d a di g •
mel ad , m dependencia y tra nquilidad.
D os p~ l abr as fo r m an l a sín t es i s d el pr ...
g r ama : lJ10s y trabaj o . D i os e n l a c a sa. , e n
1a c a lle , en la escu el a , e n e l tall e r, e n l a l e y,
e n l a turp. ba. ; trabaj o h onra do p a ra e l rico,
p~ra e l p obre , p a ra e l ignor a nte, para e l s ablO
p a ra t o d os .
Véase, pues, que nues tras ide as y des~
o ~ e n nada co ntra di c ( n l os fin es y pro p
o sitos d e ' 'El M o ni tor" y q ue por el cont
t a rio , co mo dijim.os a l prine ipio , a c o ger,
a p o yar la,s ide a s d el ilus tra d o y pat rio ta s e•
fl o r Dt. Marce liano V. él e z, dig n o Jefe del
Estado, espresadas e n la m em o r a ble Circular
ya citada es lo ttd s mo qu e p e dir,
P1· ot ecc i ón efi c az pm·a el t1· abaj o.
Guena sin tregua pm·a el vicio.
:M. M.
EXISTENCIA DEL MAL
E :-; t · ~e n l o s dP-sc o s del nno, ·o g o b i e rl1
J d l E. f> tr~d 0 , y <: mo s 011 t a m b ién parte
d e l a L o ctó a q u e la i g l es ia tra ba.ja por estu
bl ce r, clD.r o es qu e s u r en es stfm <> n
d c a d o .l •r "& tr. r c oo p e r ¿w ió11 , a u n c u a n do
se 1 v n, nt e l a g t i. t a de costt1m b r e , y col ocarse
d el lad0 d el g obi e rn o par a e mpre nde r
ca.m p u,ña. El juego, la e mbriague z y la vag
ancia ,trin icl a d f unesta.,d uminan h oy pobladon
es en t e r a , y á c ada pas o v e m os las c on~
s c u e nci as q u e p r ocl u c n y v e m s t ambién
el mal e j emplo c undir co n adrn irabl e rap irl<'
z: la degr .1d a e ión m or a l y el a b atimie n to i n •
t e l edu :11; b . desh on ·a .y la ruin a d e multitud
de in d i ·1duc s y fatr1 ih a s ; l a d e s a p a rici ó n d e
g ran d e s capi tal e s , e l r o bo, e l a '"' e s ina to e n
iin, vie n en e n muc h o s c as o s de e 9os vic i o s.
V rd a d es que han ech a do hond n,s y fu e r ..
t r s r d.Í ce d e difícil d e~ tru cc i ó n; pero no im ..
p o1 t 1, h a b rá much o que trab aj ar, porque _para
~ a ~ e r ol b i c n no E e t emen l o s ob s tác ulos,
pox a. c1wnplir e l d e b e r s e d esprecian los p e li·
~ r oe . Virtud, fir meza y e m .tancia e h t o dos,
uni ._ a 1 dA acció n y co ncie n cia d el d eb e r, eon
t:s 'LO ' e h ::1. r '1 n mila.g 1:os . La limitaóó n · de la intelige ncia huma•
Quizá s e pregúntará, L cu i le son los na, no constituye co ntrarie dad e ntre la razón
agentes d e e s ta empi·e:· a 1 Los padre s de fa- y los mis terios.
mll•a , l os in.:;t j t u to l' e " ó mae s t ro s, las autori- La razón orgullofl!a debe humillarse antti
d , d es púb lica s y l s ministros d el altar, con- la grandeza d e l rui 3t e rio.
tes taremos ::; in V[: c:í 1ar. E 'J ta pe1ueña lis ta de Si el alma no alca nza á abarc ar e l mfs ..
g r e:n io s e n e l o rd e n e n qne es t á n c ol oc ado s tetio, lo dejará él d e ser lo que es ó por el c on•
f o ; m :.t b cade n a de o perari o s lla mad o s por trario brilla rá más la s a biduría de Dios!
c; u s re p e c ti vos d eber s á ser l o s t e g e n e rado- Disc u t ir si se debe ó no cr<>er e n l o s mísr
<" · rle L s o ci e dad. Has ta. h oy s i l o s p a dres terios, es discutir s in argumentos. "El homc:
c- fam · ia cúmp hkl c o n s u d e b e r en el s e- bre no inventa lo que no comprende ; y si el
n eo u -v 1 I")J11 ') p'"~i" , m n= tirl:vl, á ~a l x·r: rnal (lo ln nabtra.lcza ó
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Digitalizado por la Biblioteca Luis Ángel Arango del Banco de la República, Colombia.
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E L MONI 'rOR •
ru ebfís i c o ; mal m o ral ó e l p ecado; mal f ísico
ó l as pen as de l a vida . Ah o r a lJi e n : n ::>
h ay r e put- n n. u c i a e n que e x i st a e s t a trip lieid
a.d el e m a l es, exis tiendo un Dios O m nisci e n t
e y Pod e :oso .
l a c n fe r rn " rl a cl, l a p vbre za, y P ll fb , t M o ,'·n
e r o de n Í :>' r iu s s m co l: s e ~ u ·rc;a d e! e k- ,
El mal m e tafís ico c o n s i s t e n que las
c riaturas est én rná,:, ó m e no s dis tantes de l a
S u p r e ma p e rfe ·i ón : es a s f, q u e esto e s n o
I':Ó l o posible s ino n e ce s ario ; pu es que s i así no
fu e ra, n o ser ía n ya c riaturas s ino :i gual es á
Dios . P or otra parte no e xis ti e ndo e l m a l d e
la n atura l e z a, se d estruiría el o rde n y l a v a rie
d ad, q u e admir amos e n el m und o .
d o actual Cl•' l h ')l l.l ~;·e ; y .1J i u 5 li e-.-rw 7 s, s · .1< butos,
1- u e ~_. e c o m/· i ~ ui. r e n est e e : t n. l o L. L u m
a nidad. L os b i n es t e n on 0s g ·~ ll - r ~ l u ·en to
h abl a ndo , se co n v i e1· tc u e n m Ltle s po1 l .. t · · n
ni d ad d e l h omb r e .
S i t o. d o s l os c u ' rp o s fu r an líqui dos , sólid
o s , t,pod ría h abe r e n ellos cualidades m á s
ó m e n os ben é fi c as~ t P o dría h a b e r virtud
es má s ó m eno s el evad as , cua n do t o d as
s e orig ina n d e l a d Ps igual dad de p e rfecc i o n
e s ? Se romper ían ade11.1ás · l os v í n r ul os d e
la s o c i e d ad , p u es q uo esto n o pue d e c oncebir.
se e n t r e h o rn b r es d el_ to do i g u a l es. L os
que imp u g n an e l mal m e t a f ísi co n o sabe n l o
que dicen.
El m a l m o r a l l o con s tit u y e la trasngr e s
i ó n d e l a l ey ó e l p ecado : aqní s u ponem os ,
que e l a l ma go z a d e v e rdader a liber t ad y que
Dio s es san to , b u e n o y justo .
Si l a exi s t enci a d e l pecado n o se p u d i e ra
c o n c ilia r co n l a fe e n un D i os s a nto , Dio s
d e b ería i mpedir el pecad o ; mas Dio s infi n it
a. mf-n te b u e n o n o e st á obligado á i mpedir!
o ; s i estuv i e ra o bligad o á ésto, se ría ó p o r
s u s an t i dad, ó po r s u justi ci a , ó p o r s u sabiduría;
ni ngu na d e esta s c osas puede d e cirse
según l o v a m os á pro b a r.
N o po r s u s antid a d, que c o n s i s te e n
que Dios u o se m a n c h e co n p ecad o , y l o
• t e nga odio . D ios a un que p e r m i ta el p eca d o
n o se m ancha : además l o o dia y l o castiga
con grav es p e n as.
N o por ,_u j usti c i a que e xige q u e l os
h o m l r e s s a con ::::m v . m e n un eo t a do d e s í
bue n o , s i n castigarlos m ás a llá d e s u p ec ado.
S e gún l as sa ntas esc rit uras , l c.t tradi ci ó n y e l
unánime c onse n t imie nto d e l os p u ebl os, Dios
con ..; ti t uyó al h o m b r e e n un estad o d e s í buf\ no,
l o cu a l no puede negars e.
No por s u b o ndad. Para est o es bas tante
que e lla que d e iles a y que con ced a al h ombre
la li ber tad d e s11 s acc i o n es . E s una verdad
absoluta qu e Dio s h a dado a l h o mbre s u
libert a d, l a cu a l bi e n u s ada enaltece, qu e dando
ilesa la b ondad d e l S é r infinito.
No por su sabiduría, que exige s e pl·oponga
un· fin bueno y se pongan los m e dios
para alcanzarlo. Dios so propus o la feli c idad
d e l h o mbre: lo sacó de la nada; le dió la int
e lig encia para pens ar; creó en él la cien ci a
del e s píritu, le concedió oir sumisteriosa voz
y l e dió medios aptos para lle gar al ci el o ;
luego el p e cado no inmuta ni la santida d, ni
la jus ticia; ni la bondad ni la sabiduría de
Dios. .
El mal físico, esto es el dolor, la tri s teza.,
• •
Dios no e ·tú. obh g a c1 o ii f-" c r o~ a r c us 1 - . , . . , . .
y e ~ sap1 .m t u nmas 1 a :r a 1m p c c.ur l! a . es parti-cul
a r s .
Lo. mal es f ís i c os imp i d e n la c omisi ó n
d el pec ado y t r a e n al h o mbre i n m e n so s
bio n et; .
L as más u obi1í s im as virtt:d 0s ti e n en S l."t
o rig e n en l as g randes trib-ul ac i o nes ; purifi c a d
as l as a l mas e n e l cri o l d e l ~;; ufri m i e nt o , s o
l evan tan á u na a l t u r a cou t'i d e r aLlc . "1~ u c h o s
m ale s físicos se dedne e n d e l m a r m oral :
e s to es d e l a c e r l'up ié n ó d el r e a d o .
E s to n o lo m a u ifi eF: tctn l os paralít i c o &, k s d é ·
biles in• ap ace ;~ d o me d i t a e i ón, y m11 Ch o s
o t r os r epl er, o s de m i ser ia p o r s u intc m p cra.n -
• • c :a y s u s p as iOn e s .
A nti o qui a, 28 d e S e pti e m b r e de 18 5.
P ED R O R . B F EN A .
l" N LI RI O ENTRE 1, \. S E 3 I AS
SUSANA
E l conte to d e las s agr a sf
e r a de l a s g r o Ee r <:l.:-> i mpres i o n es, y no aquel
senti mie n to n oble, e l ev a d o , q u e n :::> h a <- e
superiores á n o s otro.· mi n no1: , y q Llo e n el
• l ' ord n t er r estre , aG n que n ·a r· 1a et cora zo TI ,
es e l que m á s se acer ca á l a s i usp iraci one . .;
d ~ l a vir tud. N o h y a n1 n +0 -~-: q u e t do r l
m 1ndo se c r ea con Úm t ..., de e ·o i " E' l' lÍ
tico , como e l r,m o r , d i c e un tt i U h r _ ect r ii- r,_
r a d e nues t r o sigl o : e ~ ta ptl ab r a. d r spierü-...
e n c uanto s l a o y en tantas id eas d i.' er s aP,
c u a ntas s o n l a s i m p r esi o n es d e q u e .... e n · u ~ c
e p t ibles. Muc h o s n o han cono i do ni e l 2. m
o r á l a g l or ia, n i e l e s píri t u d e pa.rti do ;
p e ro iq uié n h ay q ue no c r ea h a b e r ten • h
::>.mod ~. fas esta pasió n v e rdaél. er a e. l a m -~:r
a r a , po rque es l a más ele tii.ufda el <' g " ÍS ·
mo. El a m o r e s el embel e~ o d e l a Yi d a y el
e n canto d e la n at u ral e z a ; y c omo l a inten s
idad d e l a d ich a n o guard a propo r c i ó n cJ guna
c. o n la incertid u mbr e , rapid e z y caducida
d de la fr u i ci ón , p o r e s o l a i cl ('a U. e l a nwr
es c asi i nsep a r abl e d e l a i dea d e b m u e r te,
y el amo r y l a m u ert 3 s e com :;; a 1·a n e n l a.
fue rza d e s u a c ti v i dad. T ratamos uh ora d e l
a m o r p a s i ó n, q u e lle va á l a mel a n c olía, quo
s e rosi ste a l g race j o , y que h ace p ens a r on
la mue rte e n sus m ás felic es i n s tan t e<1 .
N o c o nsid e ram os, p u e s , e n el a.mo r . s i n o e l
s ntimie n t o, y e s t o lo h aco ser pa::; 1ón .. Y
nM no hn.v ftiDOJ.' en la. R o hr n ~ do ~1g 1 1do m- •
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Digitalizado por la Biblioteca Luis Ángel Arango del Banco de la República, Colombia.
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(50 EL MONITOR -------------------------------------------------------------------------------
o-e n io, ni do l o s f e ·tivo s capril'hos do la f anta
in, n i s o n am o r Jos ant oj o s d e la coqu -
t e:ría, .ni los atr activos de la belleza., ni l os
dos ' O S do con q nistarla. Es tan ra;ro el penetrar
e l y e r cladoro amor de l corazón, que cas
i se pudiera decir que l os antignos no han
t en ido de é l una i dea compl eta. Apenas . e
l1 a ll a pasaje e n que el sentimiento t e n ga toda
s u fu e r za con entera independ e ncia de
l os sentidos. Los antiguos habían pintado
l a ternura fi lial , l a amistad; Ores t es y Píla d
es , Niobe, l a pie·' a 1 r omana; todos los d e más
afect os del corazón n os fu eron transmiti
dos con l os v r daderos s e n timi entos que
l os c a ract eriz a n; el soio amo..r se nos ha pre -
se n tado co n los rasgos más groseros, como
insep ara ble d e la volupt.uo sídad y del fren
esí. Este t \ S un cuadro y no un sentimie nt
o : u n a. enfe rmecl ad más bien que un a pR,sión
d el alma. "Lo que e n n osotros se Ha m fl
p r opi<...mE·n te amor, d ice otro no m e ~ 0 s ilustre
contem porán eo , es un sentimiento del
qu e has ta el n ombre ha i ~no rado dA r emota
a n tigü d 1d . S ólo e n los s i glos mode rnos
h emos \·i . t o formarse rst 1 mezcl a de l os
sent idos y del alma, -es .a mmec i e d e amor,
c uva base m eT al es l a :>mil"t '1 d. Aun en la • mism 1 . p erfe c ción d e e ~J e senti m ie 1t o se d e -
be al Cri stiani smo, e l cual. procur a. nrl o ince.
ante m e n te p u rifi ca r el corazón, ha llefZa do
á e s p irituali z n r has ta las mismas i nel inac
i ones, q'JJ.e par ecían monos s u sceptibles de
se_' l o , y esa pas ión moderna, por d ecirlo
a si, ha d e rramad o s obre las crPaciones del
g eDio b e lle zas a.ntes no conoridas." Otro escrito
r, acomo d ándos e mas a l modo con que
el e mún d e los hombre s s i ente est ~ pal" i ó n
tempe.::lt uosa. , y haciend o abstracción d el amor,
considerado purame nte como sentimiento,
Re expresa así: "El a.moT, -que quedó
personificado en la. mujer como una t e nt
,.: "- 1 1"~ erenne, p,~ P (lUPl ;:~ . mor qu e bajó dél
delo puro como la inocencia, p ero que, ro.
z .u _.o.c, _ , lespu é s d el críme n con un poco d e
.barro inmundo ha venido á ser uno de aque-
11 os d e l e i tes inexpli cabl <'s que T a-- tici p an del
-cie lo y ele l a t i erra, de l o mfts Fmb lime y d e
lo más frági l que tie n e el hombre ."
Por l o d em ás, l os dos v1ejos quedaron
p o r -algún t i emp ) bajo el imperio d e la misma
impre sión rlue los p: e '~cupaba, sin hacerS(',
emper o, la mut ua c onfes ión de su estado.
E l rubor 110 l es hubiera p e rmitido el hacerse
la revelación de una h erida, qu e, si bien
est á en l a condición humana el recibir, era
de su delJer ci c atrizar; porque hasta en su
caída conserva el alma algún recu erdo de
orden y de grandeza por donde puede levantars
e de nue vo y escapar, á lo ménos,
del o pro bio de un a b a timiento contínuo. Alimentaban,
pues, en secreto su pasión criminal,
y cada uno de ellos bu s c~ba ocasión
de ofender á Susana en particular. Un
dia dijo el uno al otro: "Volvamos á casa,
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porque os l a hora de comer. " Salieron, en ef
cto, d e l jardín, y se separ aron . P r o esto
110 era mas que un dis imulo, pues muy pronto
volvieron y so e ncontraron. Entón ces se
hizo indis p e n sabl un a expli caci ó n; se preguntaron
y se d ecl araron e l motivo que allí
volvi ó á co nducirlos. D esd-e que esta confidencia
hubo h ech o caer la úni ca barrera que
pudiera aun d t rmerl os, e l c rím en quedó
d ecidido. Partill·on, pues, ,espu és de haber
r esu elto escoger un mom e nto e n que Susana
se hallaría sola. H ay e n e l mundo moral
un límite que nadie traspasa, sin qu e al momento
mismo se s i enta arrebatado ba·úa el
mal con todo el p eso d e su desviada energía,
como un cuerpo escapado á la fu e rza
que le retenía en un sistema huye hacia espantosas
profundidade s con una rapidez acel
e rada por su propio volumen y por la
d i stancia.
Por mucho tiempo buscaron. los vie jos
una c ircunstancia oport u na, y la desc.ubrieron
por fin. ¿Qué no puede n l a¡;; voluntades
perversas1 c u ando une n s u audacia, que no
t i e ne ya fr eno, en la ilusi ón viva de una común
iniquidad 1 Un día Susana había entrado
en el j ardín, según t enía de costumbre,
a.com pañada d e dos de sus doncellas. Los
viejo~, ocultos á la vis ta de todos, estaban
atisbando todos los pasos de su víctima. Como
el calor se hacía sentir, Susana quería
bañarse, y dió orden á s u s mujeres que le
trajesen esencias aromáticas y perfumes, y
que se retiras en, d espués de haber cerrado
cuidadosamente las puertas del jardín. La ~
e1· iadas obedecieron á su señ o ra, y s.alieron
por una puerta secreta que conducía á la
casa, sin que ninguna de éllas sospechase •
que hubiere qu-e temer el menor peligro.
Retiradas ya las doncellas, los prevaricadores
dejaron el lugar en que estaban escondidos,
y no temieron en hace r á SuEana
culp ables pro posiciones: probaron de 3alen-ar
s u virtud, y prevenir s u red -tenéi a con
la amenaza de un a venga nza tan cobarde c om
o c ruel. ·" Declar amos públicam ente, dijer
on , que co n v os había un jóven. y que por
é. ·to ha b 'is rlespa r hado á vuestras criadas."
En verdad, si la. adoles cen (·i a , d e' o _ ada por
la fi ebre de la edad y d escn rriada por ·e nti.
mientos nue vos aun é indis ciplinados, viene
á sucumbir en la lucha contra sus pa::,i ones,
merece la mas severa reprobación, porque
ha libre mente hecho traic ión á un Dios y
·á su d eber; pero se d ebe compadec~rla, p rque
de ordinario ha sido combatida por un
violento huracár, y puede muy bién res arcir
esta solitaria debilidad por las brillantes
virtude de la e dad madura. Pero, si el viej •
cerrando el oído á los avisos del sepuk o , ·
abre su corazón a los p e nsamientos crinnnales,
y, haciendo traición á los más sagrados
deberes, encubre bajo la confianza que
inspiran sus canas los vergonzosos desig-
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Digitalizado por la Biblioteca Luis Ángel Arango del Banco de la República, Colombia.
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EL M ~ )~[T ~)R ., 51 --------------------~.~~~~~~------~--------~ ---
nios de ur; corazón pervertido, ¡ qu' nombre
d aremos a e ta a quero a amalO'ama de per-
-:ver s idad, y d ecr ep itud f b
[ Continuará ]
•
SOPETRAN
m~nt~ción Ponti:fi.i c al dió princ ipio a] • 'u •t: .
:fi.Clo ~ncruento; y armo nías ru agi stralmvuü.
convmadas, en que las graves y melan có li cas
voces del melodium so p erdían en cos p rolo~
1gac1os y tiernos para d evolverlas, ya s u plicantes
y llorosas, ya llenas d e admira ci ón
y de júbilo la Señora Luján de P . y la S -
ñorita Ramírez, uni las al e s tim a b l e ca b a ll e -
~ en la fi esta ro D. Santiago Ramírez, que f or maban f' :
del día 8 de ScJ>ticmbro el coro un gracioso ramillete d e fl o r ef-i m u ::: i -
c.lo 1 85 . cal s , se hicieron oir por los ámbit o:s el 1
. "La , ~ est a ::, cris~ianaB, ha dicho un es- templo como para invitarnos á s alu da r :í l,
-c ntor catohcv , son bnllantes antorchas colo- santísima N i ña en el primor día do su m ancadas
e n el camino de l os siglos para mos- sión en el mundo.
trar .á las g neraciones venide ras el punto D ej emos pasar en s il encio los s u p r em ')r:;
prec 1so e n que se halla la investigación de la instantes en que e.l Dios Hombre a p arece en
-verdad ~n las gen rac i ones que pas an. n el a l tar del sacrificio. ___ ._,
D ec imos más. Las fi es tas cristianas pro- Adorando la Magestad excel s a unamo ·
sentan en s u so l emnidad, en s u pompa y en á l as piadosas intenciones del Pontífice of..:la
e l egancia con que se adornan l os altares r ente nuestras cristi anas intencion es y n donde
se inmola l a Víctima divina, el posi- biertos con l os blancos cendale s d e '1a f
tivo adelanto moral de l os pueblos con su aguardemos la paz para nosotros, la cour· ! cultura.,
~u devoción y su piedad. ' dia con nuestros hermanos y e l r e i no d e ~: ..
. La emdad de Sopetrán celebró la Nati- Ju sticia.
Vld ad d e ,a_ SantísiiD:a _V irgen con incompa- Hermosísimo y lujosamente e tal a p o rabie
entusiasmo r ehgwso, d esplegando en parado el altar donde la Madre del S · · v •o·
el tP.mplo la belleza de sus galas y en l os co - Y Madre nuestra so expuso á l a ven c a · ~ n
razo n es de s u s hijos l a s inceridad d e su fe. general; y más graciosa estaba ella lle
á la c;-1udad fu é e l 5, se díg1 1ó cé1ebrar d e rando toao su cuerpo ·una g racia divin a .
Pontific al en aquel santo día. En la tarde de aquel día fué oonducid a
El número con ~ ilerable de sacerdotes por las calles y en hombros de l os de íro t os
que desde l as primeras horas de l a mañana vécinos l a estatua de Nuestra Sonora, pre
·cel ebraban el Santo Sacrific i o y adminis tra- cedida d el clero y de millares de fiele s , y sev~
1 ~1 Santo· sacramento de l a p nitenf'ia, - g-uida de las _piadosas hijas y ~ermana f.l q u -G
di t ri b ~rondo al~ :; rnativam e nte la Sagrada ·e l o han. c onsag rado para; tnbutarle c~ü· ·
Comumon; y la mme nsa concurrenéia que e n sus diferentes advocacwnos. Gran cb ·' ~....,
se ag_?_lpa:ba en el templo, pues que· los :fi e - 1 manifestación del senti_m_i ento r e lig~o s o!
l es hiJOS d e la 1\IA-r>RE AMABLE v enian de l os La fi esta de la Natividad ha d eJafl o e ~.
p~ eb lo s cirmm ecin os á prese nta rl e !'=:US reE- nosotros ~rat~sirr1:os r ec.um;dos . El infatj r·
didos homenajes, l evantaban el alm-a á ble Dr. Madnd debe g o21ar se en l a obra d v
~ont~mplaci ones cel estial es a.l prese ncjar el s u s esfuerz os .
Inf~hble cump~in_:~ e nto d~ las proféticas pa- . Las bondadosas Señoras de l a ciud ad
labtas de un Can ti CO subhme: B eata m me di- vecma, co_nstantes en t oda empresa d e re.
cent omnes g enerati6nes . . con strucción moral y siempre activas para
_ ~1 espa~ioso templo, llegada la h ora de ali;iar alpob~· e y conso~ar al que sufre, R.on
la m1sa Pontifi cal, estaba compl eta ment e re- alhl ,.con el senor Cura parroco, l a p'-:r s omfipleto.
O~up:;tndo_ puestos distinguidos cerr-a ca~1~n de E s dras l ev~n tando el se~ltn.rnento
.al Pre >blteno, VImos {dos r epresentantes d el r~hgwso sobr e l ~s rumas de una mchfe ren-
Pode r t e mporal en el D epartam ento· y en Cla que ya se extmgue.
' ordenada continuación á lo s Jefes militares Deseamos que l as fervoro sas hermanas
-c~:m In: fuerza estacionada en la ciudad. Un d el Sag_rado Corazón ~e J esús-cuyo núm0ro
.silen?w _respetuoso dominaba e n la c r eyen te es c o :g, s1c~erab l e-no cedan su . lugar á l a i~~
ult1tud. , ~!1 'tan imponente acto só lo s e c~mstanci~i y que e l progresista Dr J\Iudncl
• Ol~~ lo s cant10o~ sagrados en tonados por los sm se; ?unoso como l a esposa de Lot, marmrmstroR
d e l c~lto, al dar principio á aque- ene ha01~ adelante h erm?seando el templo
lla solemne fe~tiViclad. Nada podía distraer- P!1rroqm a l, form~ndo la J u ven tu~ 0i1 los hános
al pr esencia ~· el maj estu oso ceremonial b1to s de la ~norahda~ y del trabaJo, y cla.udo
d&Y triunfo cie1 t:.> n Ó,/ il y
J oaquíu 1\IaJ.'Ía Arbe lá ez . · la Pro>ideucia so sirve de e lla!: para hacer ·a.b orc-
N os h a e :mo el d eber de irreertarlo á ar n.l bom br e , á S ll p e s ~u, fn. forzo a V fatal hereoco
ntiuuació n, porque- nos trae á la m emoria cia del ¡ ·arafso. l?or e::;o, los Jcnosolimit· nos se
~ 1 r ecuerdo d e h echos ya pa ·ados y qu e t~- engauayon con la OYacfón qll hi c ie r on á u 1 Mesía. · .,.
vez la Historia no r ecogerá. á qui e n consideraban tan guerrero como. David~
tan rico como Salomón, pues ella en realidad co- 0 lSC U RSO rrespoudía al más hwmilde, paciente y pobre de
Ilustrí~inlO Señor: · los hombres. Por eso Yuestros perseguidorfts en
La dü;tiución honro a, que vuest1·a ami.stad me . 1879 impul sados por un justo orgullo natal cele.ña
dispens:1do en la. ciudad de Antioquia, y mi iu- braron 'iiuestro ad\euimi'ento al Episcopado, sin
qu cbrantalJle n.dhesión al Episcopado me t.r;aen á . caer en la señor, ¡;¡ero ló .; ii ~ o ' desenlace del ataq·' e del siy
cuando la m~moria entraba en esa grata tarc)a · glo contra 1a. Jglesia €le Dios.
sorprendió al año de 1879 eu su marcha á los do- El primado ele bonor Y jmisdkcí6n en vos rerniuios
del pasado,.d'esc ubrió en uno de los pliegues presentado recibió,. pues, hace poco tiempo en pre·d
e l manto de ese viajero manchas de sa~gre hume- s .... ncia de este camlaloso Jordán anUOió también mi memo- una prueba más del cumplimiento que tendrá at
tia á la simpátic a imagen del Vicario y Pro.visor través do los siglos la célebre promesa del Divino
Ge neral de la. huérfana Di ócesis de Antioquia y á su Fundador del Cristianismo. ·
l ad o la de no P e d.ro,de hermosa fa.z,joYen y \iJ:tuo- Aceptad, ~enor, este rec·nerdo como compre-so,
fi_ . J á su Jefe en los mome n t os de prueba. mento oportttno de ln. espl(ndida r eceveión que
¡Raras vi cisi t udes de la G¡;>oc:;¡ ! llu&trisi;;u.o vuestros diocesa-nos os hicieron eu 1883 y disimulad
señor. · · ~ · en vuestre¡¡ genial bo.nda.d la ruda franqueza de mi
En Febrero de 1879 los p_a;ladtues d e la supre- \ lenguaje-. _
ma libertad de culto$, lo& apologistas de la emauci- Illmo. senor.
pacióu de La. concienciD. humaua, los admiradores '
más profundos de vuestra ca;¡;idad cristiana y de las Contestado el discueso op:)rtunamente,.
eximi as virtucl e que en vos lli'Lu rec.onociclo desde contmuamos la marcha hacia- la ciudad
la infn.ncia os lanzaron ft. la mft lil.Siw n d' e los e ·imima~ acompañados de muchos amigos.
les y luego fuera de v'uestra grey á soportar e n . la
c-apital del Estado un martirio de cuatro meses.
porque no pagi't bais una ruinos a contribución de
guerra., destinada, sin duda, para profanar los temp.
los y vestir como soldados á los ministros d e Dios.
IsAAC HERRERA. Pbro.
Antioquia, 26 de Septiembre de 1885_
•
Los áageles del mundo ..
¡ Qué hermosa es la inocencia!
•
Pucas manifestaciones de afecto recibiri-ais en
la cft.rcel; po cas, muy po cas, al s :10udir el polvo de·
1818 saudalias par: a saJir- ai1 €l'estierro, y uiñlguna al
regresar á .-u el::ltr a ciudad natal después d.e veucel"
•í Yuestr s perseguidores con paciencia. y humildad.
Ah!, ilustrísimo señor ., Es que en épocas de
terror la filll .ntropht se traduce por el victimario
como compli cidad en el supuesto cri,men de la víctima.
Por eso Cristo permaneció s61o en la prisión
y sólo comparljció al pretorio de Pilato.
Empero, el sol de Noviembre de 1883 allombJ;
ó u,n d~ bien diverso por cierto aJ de "1-uestra
exp :l.triación como mártir del deber.,
En la ribera que á la. sazón ooupamos él,eseo-llaban
entre la mucl;ledumbre entusiasta los corifoos
de vuestros encarnizados perseguidm:es y
pec o después, en plena audiencia episcopal, no
faltó en ellos una palabra encomiá~tica dirigida á
vQ estrus pQsitivos merecimientos y con especialidad
á la sublime caridad evangélica que tanto ós
ha distinguido. Tal vez sobró en alguna pe:roradón
me mi-oficial el salto de gozo de las encrespadas
montañas andinas, el premio de la recompensa, la
8U ?licante mirada bácia el monte de l/a Calavera y
•· h.Qbitual conse-jo¡ y en ot,ro di:ic urso ~ también. a.e-
Loti grandes espectáculos del uníTerso; el' sol
derrnmanuo océanos de lumbre desd~ el rojo Mediodía;
la imponente majestad de la tormenta quO:
rueda por los mares; la sublimidad de ln. alta cumbre
del Himalaya; todas estas grandiosas perspectims
an;ancan la. admiración, embarga!l la mente,
parece que dejan el ánimo suspenso; pero la
vista de las ~tscenas . 1rierna.s del t:entimiento, nn ni-·
ño qne sourie, una madre que suspira, nna mirada
dulcísima que cupj.a Hn alma tan pura como las
tintas de la a.uron, tan blancas como las hojas del! '
azahar; todo esto arrebata el co.,aión, seduce 1~
iantacía.
Nada me ha encantad() nunca. como un rasgo.
de· inocencia. .
Por eso me gustan tanto los niñQS'.
Ellos llegan a-1 mundo vertiendo lágrimas. ~Si
seré\ que se duelen. de haber oojado o.tra mans1órr
más dichosa'l
Así debe ser;
San Agustín decía que nuestra constante aspiración
á ser felices sobre la tierra, era sólo el re~
cuerda de un bi(!n perdida antes. de ·enir al mnnrla ..
•
'
•
Digitalizado por la Biblioteca Luis Ángel Arango del Banco de la República, Colombia.
:EjL MONI1 0R 63
Por eso el niflo, ángel cn.ído d e es3 mi t0rioso 1 s lem . H n.stn. el a.ño de lS (H se hizo a~í · pero el
edén, victimrtiz a. rlo 1>01' compl oto : ni
talio cutr e los hombres, y su Jl ¡tutll es r e0o ~üc l o en 1.~ u ceot·wJ s ha rn.g J.< l p o r é l d e 10 que so llama
a. quellos so lemne m m uto~ po r e l ú !Jic0 ·ér dig- Re:)ta, Nornin.t l. Á P' sn.r d e~to 1 ~ fi esta ha contitllO
d e euj n &m· l n. du lce, virgina l y pnrisim L ~otn. d e nun.<.10 celebr1.ndose cn.d.a año, d ebido esto á la d e:
lttt p ·rirn em lágrin n, d e un niño: por U!:!a m :tdre. V() Ción p articular.
0 Si el nino. n.l n ace r _n o oyese h voz; d e su m ::L - Qllé fué lo que di6 m?ti_vo para la fund ació n
dro, debería. on· la ele Dws. d o esta fi eF>ta en toLla l a ct· JstHLnda ·l ~ Cesar Cn.ntt't.
Un ::t. m a.d r e e' la ob ra. m1.estm ele la humanidad. n o ·· coutesta ln. preg u uta en lo s términos sig ui enAl
v erla, la Omnipoten cin. sonríe d contento¡ tes :
}.os ;1.ng J lo suspi ran d e a.let;rh. El ni ií) que h :\. . ' L::t guerras, C]_ne él, ( Ca.t;lo3 V) principió connacid
o es una sou.ris:1 de la OmnipGteucia, un sus- tt.'t l o'3 T u r co' u a : a)::t::. O:J. con él, y S elim, suées r
piro de l os ángeles . d e S Jlimin, r ocu)ió 11 pM cv. l VoJ e dn. q u 0 h R.t ·a
E ste gen io de la inocencia vive en ~ 1 mundo Ll urMlo t r aiut::1 añ os por el sólo m ::>ti v q u ·~ l os vicomo
un r etl jo¡ es el fulg r d e un:t luz que brilla n os ds Chi p e et\1!1 s e \ en.g::tñ y la r on d g lbLlos, cayó eu poJer del enemigo¡ Pa fvs
fal:iia.¡ a cl•>' ettiu m · í~ a.llá ol d es honor y au::1 el c ri- y L im.ts · l, tuvieron la m is m ~ s u e rte .
ru.en.; ;rorn.rau el ele ;pre i o ::tl d.e ~ v , tli Lhr; e ca h t rl ":Pío V lu.~)Í:1 h 2o·1o u u ·t lln.mJ.da á toda la cris la.
voz aho ~n cLL ele Lt ví ctim ·ts¡ OJ !:le rvtJi n ,ts, np tr 3o c r inclín 1.r lt. lin~ ui · hm ::mte un a. Malt:t, g n ti le ·· lh.>.n':J:·o; de to Jo· lo s p :üs~s, annno':,
iFsim ·'t fi~nr..t. E s n o1. Ul .lj e. r. Un á ngal stmrie ü ::mar o n :sus f.tmi l ia. s , l r1s place r s y l as cortes paen
:t 'lU ' ll::t fa ' d t; sus o ·o3 S-3 elev.t'l con clul :~ ís : m1. r a ir á. com'):J.ti r co:1t r <'t l l:IS Turco. , co:1 n o ru Emos
t e rn ·~ra, y ltP blan co .: r ctyJ:; el e la in ocenci a que se a.rdor CJ.L~ e valor, fu ese sGlJre .las g dos sér e ~, que no ni.tna; en t r.1ba la. vanidau, la valeuton<.tda, el_ d ese o
son más que uno¡ no ~B verdad que esta ere wióo, de adquirir un o omb r e y re compensas, de ou· conla
más artísti'éa y sublime tlcl universo, est -~ com::> t::tr s:1 s pr.)ez .t-; > d a g.1n:1r un b e .lo priorat::> ó una
separn.da de su esfera., como saliénclose de su cu~ odalisca.
dro como fuet"a de s11 centro7 "Marco Antonio Colomua m a nda. bn la. s galera."!
'Sí, no hay duda¡ los niiíM l:ló d e berían bajar del Papa, Ven ec :ia puF>o en el m a r ciento vointis eis,
~l mundo. La tierra oou sü grandiosidad apa.re nt.e, la Si c ilia . c uarenta y nue ve b9jo ] á<;; órdenes de AnCul;
sus p ·1.lacios y ja.rdine:, sus bosques y sus de- drés D oria, qui e n, por zel os puede ser contra .In.
8ierto<::, sus mn.re~ y sus cascada.s; y su sol y sus ci ucla.d rival de s u patria, borJeó y llegó d ema~ In.volcanes,
es sin embargo m e zquiml [1ar~. ·ello~. do tard e . Durante este tiempo M arco Br ag ll:dm~
Por eso -cuando la dejan, las campanas dé los d efeu rlió á Tamagous te como h é ro e , y no cap1tnlp
temp\.os lo anuncian tocando á gloria, Y es que sino d esp ués de hn.h e r r ec hazado s is as :1lto3. In n-
cuando muere un ui.ño nace un serafín, que dirige tatlo por . La.la-i\Iustaf á que había manifcstad_o de~
us alas á. i'as regiones del cielo. . seos do conoc~ r á c F> tos bmvos, 61 p~só á s u tte n~a
üu ninJ qua oLl e r e M üoa flor que so de rra, con al rr uoos de sus oficiales, p·e ro a. consec uenma
una perla que se de:shace, una gota de rocío quo tl e uua"'q u e r e lla, originad des c u artiza r y d esollar.
El fervot' de lo!!. creyente~ ha. qu'e rido tlar for- c1 Entonces los e risti a u os conoci e n do e l pe'"
ma á esos s~r?s inco~prens~~lcs que r _oclea. n ol li gi·o común ) se entendieron p a r a r ~ uuir cincue utrooo
del Alt1s1mo; y fi¡aoF> bte11; he aqm el non ta mil hombres d e á pié y cua.tro mll caball os . So
plltS tilt1·a de lJ. ~-reación de los hom b r es : la furma. convi no qu e F elipe II daría la tl)ita-d de los g:1sto s;
del :in gel es el m no. . . Venecia un te r cio v e l P o.pa un sexto; y q u e el
Ved pues si con tazón les hemos llamado ios botín se dividiría en' la. misma proporción; las co u-áJ
~ goles del mundo, quistas de Europa y do Asia ~e rían de la r ep ú :J li ca ;
':l las rlo_ Áfri ca de Espn.ña; el ma.udo de la tl o ta se
dió á. Don Juan de Austria ; bastardo de Carlos y ,
Florencia, Urbino, Parwa1 Ma.ntua, l as r ep ública s
de Génova y d é Luques; .se asociaron á ht em ¿ r esa,
L~ confedel'n.dos habióndose puesto a la v e la. ~ n
:Me ssena, vieron á la altura de l as Corzo l a rí as l a flo;
f Copiado]
HECHOS D IV ERSOS
tA FIESTA DEL ROSARIO
• •
Una persona piadosa lm~u!'lo t'ln principal pá.•
raque C'on ~us réditoF> I".C hiciese cada año l::t novona
á la Virgen bnJo la atl \' OCn<:íóo dol Rosario, y ei
):>rinior domingo de Octubre 1'\C C'debrn}'c una mi~n
· ta Turca, que fuortc de d oscientas v e iut~ cu a tl~o v e ~
la. s , salía' d e l golfo d e L e:pn. uto, á las ordenes d~
Alí-P:whá. La lucha se em¡ioua1 1í mue re, lo ~ T~lr'
cos espan't.1.clos, despedazadoR, tien en un a pnJJ_ d : ~
de más d ~ v e inti c inco míl . h o m 1J r os mue1 tJ~ Y d w ~
mil pri s\o nrro s.; qninC'c mil crio;ti :tnü'-' eur:?arl. eondQ ~
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Digitalizado por la Biblioteca Luis Ángel Arango del Banco de la República, Colombia.
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Et MONI'rOR
en s u s g.;.t.leras r e cob r an la. li ber tad. L as r el aci ones
d <" l tirm p atribuyen á l os Venecic: mo s e l m érito do
, s ::t , ·i ctor i a ; p e r o l a o p ini ó n p opular Ja el h ono r
le e ll a á Don Juan . Á l a n o ti ci a d e este tl' iunfo e l
rapa exc lamó e n s u a.l eg rí a : F uit h omo m lssus a
J) co cz ú nome_n ?J aat J oa n nes; p er'o · 1 fl' ío y ze l oso
F eli1 le e conte ntó· con d ecir: itt hell 'l!! enci do sin elud
a/ pe ro él· h a a ve ntn r aclo cl enta s iado ¡ n o l e p e rm
ib ó ac.c p tar la co r ona d e Ar'b ania. y d e l\la codo'
J. in, que l e oti· e ci e r onl os cri stian os d e e stos países .
' ¡La c ristia nda d si n t i ó p or nn m o m e nto su
' : , 1< 1, y l a sa.ntiticó po1· m il ág r os , e ll a. a t ri b u yó la
; ri a de L e pan to ft la. v irge n, y por esto t od os
_ Jie l e s r. e citan e l r osar i o e n la hora e n la c u a l
• ·r ó la batall a . y p or una fte s ta anual e lla e t e rt
· la me mona d e este a, ~ ont ec imiento 'y de e s ta
. ,;f' Í ÓD ,"
E ( tri u n fo d e 1 epanto f né e l 7 d e Octnd r e 1571 .
C· :1 difer encia. d e tres dí as d espu é s d e 314 añ os,
i' ' l l a Santa I g lesia Catedral de la Dió cesi s d e An'
'J quia , s e h a cel e brado con la mayo r s ol e mni dad
::: ·1e vomó n la f estividad que c o nme m ora el triunfo
b h Cruz s obre la m e dia luna, y al cua l d ebe &in
•l.. hl a u na gntn parte de la. Europa ei no v er se- ba-
) e l rég ime n degua o ·Y r e alza.ba el e s m e rado adorno d e l altar J. e
i , Virge n, el q ne s e había conve rtido en un alfo m.
' lo J. e :flor e s 2 por
d Gob e rnador Pabón: levantó los estlibos y la obra
·quedó en ese e s tado acaso por carencia de fondos,
11:1s ta haC'e poco que el a c tu1tl Tesorero. senor Don
¿ Hto n i o l\'Iartíu e z U. pen e trado d e 111 utilillad do
• Ha , l a.
S_ARL~. L n<"g o r¡u e so ha l'e c o g i ~lo la s nugro cm u D vaso, se
tHmo l a ccttoza d o que la s an g na era n cccstlrln. , sí · )a s an-·
gro se c o ag nla pl'ontam outo e n un:t mas a uniform o, d o11 s a •O
de la c ual uo o sopara s u e ro, [p:u:te a c uosa] )7 si no s o no-ta
e n la, s up e rfi c i e d o la mas a do l a s an•gro una espuma abunda
nt e y mny ro.in .
SIG TO DE LA NE CEEID.\.D DE OTRA SANG RfA
E:rt t a nto que no so s i e nt a n los latiilos.· ú movimientos del
c or:tz 6 n, que l a s pulsaci on es d e la s -arte rias sean dn:ras, . a ~
c ol o radas, p oco dis tint a s y qn-e 1:1 r ospi: :raciÓn-· sea corta . .
hay in d i r ociou cs do una nu e v¡¡, s nngría.
SIGNO d DE LA INUTILID- D DE UNA SANGRfA .
Cuanrlo sobro la s np c rftc i e f{ e- !h. st~ Jt g r e,- s e fonn a unn m enbran
:t e sposa, ama rill osa, mantec o sa, y qne no s e nota. la
esp um a r<.Jj a sob r e s u s n perfíc i e , es se unl d o qu e ht sanfTl'Ía.
uo e r a n cccsa ri~t , y r¡u e por e ons i g n i cute ha ~:; íao no c iv a~
PRONÓ ' TICO S F U NE S TOS DADOS POR EL COLOR
NEGRO DE LA S ANGRE Y LA l •'OR;.\JACIÓN DE
UNA MENBRANA VERDO S A. Cunn.do en nñ:t e nfe rmedad
inflamatoria, la sangra sac ada e!i negra d e l' tollo, eSJ)O- ·
s:t y que s o e nroj cso e n la sa.p oTfic i o rn:-~ndo so l e e xpone
al airo, hay- aún e s p oranza ·do c almar ll~ inflama c ión y do ·
s a lvar á la. b e stia e nfe rm&; ¡Joro d e sde que una membrana
de un color '·ercle apal'e c e en la supel'ficie do la sangro, toda
e sp e ranza do curac i ón está perdida.
MEDIOS PARA A S EGURARSE QUE UNA SANGRÍA
HA STDO AB U NDANTE. So conoce que la sangría ha sido
bastante abundante cuando las pulsaci6nos del comz6n apareecn
más dis tintas, que la arteria os menos dnrn y me•
nos tirante, y que tenía antes la cabeza inclñ:uula a.bajo,
e nvioza á levantarla, 6 indica por su. astitud el alivio q u o ·
sien te. · .
MODO DE TOCAR EL PULSO : Se ·pnede tocar el vulso
de un a:nima.r ya c uno , os decir, >orificnr f'l número de ·
las vulsac ioues d o sus a.rtorias en un minuto, :ponieudo ol
dedo sobre una arteria.
ARTERIAS SUPERFICIALES DE LAS CÜA.LE!f SE
PUEDEN CONTAR LAS PULSACIONES: La•:trtcría gloso
fa c ial (arteria do la quijada j, err la vuelta q ne ella da
en el bor¡fu inrórior de-l hueso· maxilar · (mandíbula inferior)
vara l'aruificarse ·so oro· la frcn te, 6 bien on las arterias
coxigias, cuyas pulsaciones so sienten · 011 la cara inferior
do la cola; 6 bien en la artori_n. auricular anterior, que recorro
de ab:tjo hacia alTiha, adelante de "la raíz do la oreja.
NÚMERO DE PULSACIONE:s POR MINUTO. Observaciones
hecha,s sobre difel'entes aniiualcs Yaeunos en }Jcr- ·
feota salud, ha.n dado 'por· resultados el nümero de pwsa- ·
e iones siguientes en la arteria maxilar (de la quijadlll)
Una ternera. do 18 meses ... 54 á 55 pulsaciones }JOP"muto:.
Un toro de 15 meses .... .43 á 45 , ,
Un buey do 4 anos ...... 43 ~ .W , , .
Una vaca do 4 años .... .40 á 42 , - ,
VARIACIONES DEL PULSO. El pulso snfro · varia ~ io- ·
nes fnñnitas cua.n(lo el nnimal mt ·~ en buena. salud como >
cuando está enfermo. En general el pulso es tanto más
fnerte cuanto el animal es más jo>cn, más pequeño, máif
irritable, y qn.o se halla en nna. tompora.tnra. más olcvada·r
que el a.nimaFr~a hecho más ejercicio. El pulso do las >acas
os también más acole rado durante el curso do la gestación.
FIEBRE. El estado dor pnfso sil.rre para :re<>onocer la
fiebre que se manifiesta además por · un calor más ú menos
intenso, precedido lo más frocuP.ntemente· d ·e-fríos y acompauado
d6-dos6rdonos en la economía. animal.
Las fiobres son cou.tinuas 6 intermitentes; benignas 6
malignas .
. La fiebre que nos importa conocer y observar más, C$.
l < fiebre sintomáti c a, ftcbrc de l'eacci6n, que acompa.Yia á
muchas euformodados y r¡uc os nu síntoma constante llo los
enfc rmorladcs inflamatorias agudas.
En muchos ca~:~os, la fiebre sigue rcgulun~ente el curso
de ·las onfermeda.do1:1 q ne ac01npana, y por esta. raz6n, ena
os UHO de los síntomas que el m6dico veterinario no debo
jam'".Í >~ dejar do observar. [Continuará]
COHHESPONDECIA
IUmo. f'r. Dr. Joaqnfn G. Gonzalez-Y~ll\nnal-El Sr,
Cnrn de Angostura nos dió su oxrleu re-sflecto da - "1~1 Monitor".
Los nilnH.' ros qnc le hemos en;viado hoo ido por gá-.
lantcría 6 voto
Citación recomendada (normas APA)
"El Monitor: periódico oficial de la diócesis - N. 8", -:-, 1885. Consultado en línea en la Biblioteca Digital de Bogotá (https://www.bibliotecadigitaldebogota.gov.co/resources/3685345/), el día 2026-03-31.
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